- O Governo de Cuba admite que o sistema elétrico está crítico, com cortes de energia em Havana que ultrapassam as 22 horas por dia.
- O ministro da Energia e Minas, Vicente de la O Levy, declarou na televisão pública que a crise deve-se, principalmente, ao bloqueio energético intransponível.
- A administração cubana aponta para o bloqueio como fator central da atual situação energética.
- Desde janeiro, Washington tem pressionado Cuba a abrir a economia e reformar o sistema político, através de sanções e até ameaça de intervenção militar.
O Governo de Cuba reconheceu que a crise no sistema elétrico da ilha tem causado apagões em Havana que excedem 22 horas por dia. A informação foi anunciada numa declaração pública transmitida pela televisão estatal na quarta-feira.
O ministro da Energia e Minas, Vicente de la O Levy, explicou na transmissão que a principal causa da crise energética é o bloqueio energético, descrito como intransponível pelo Governo cubano.
Desde janeiro, os EUA têm feito pressões para abrir significativamente a economia cubana e reformar o sistema político, impondo sanções adicionais e, em alguns casos, levantando ameaças de intervenção militar, conforme o Governo cubano.
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