- Pedro Sampaio Nunes, antigo director da Comissão Europeia de novas tecnologias de energia, defende quatro centrais nucleares em Portugal, num pacote que inclui solar, eólica e hídrica.
- Afirma que a atual estratégia energética nacional é insustentável e incapaz de assegurar previsibilidade à economia.
- Oposição à posição da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que sustenta que o problema energético se resolve com renováveis.
- Sampaio Nunes foi secretário de Estado da Ciência e Inovação de Pedro Santana Lopes.
- O objetivo, segundo o especialista, é a autonomia energética nacional baseando-se no nuclear.
Pedro Sampaio Nunes, conhecido defensor da energia nuclear em Portugal, afirma que a estratégia energética atual é insustentável e não garante previsibilidade económica. O comentador defende a construção de quatro centrais nucleares como elemento central do mix energético.
O ex-diretor da Comissão Europeia de novas tecnologias de energia e ex-secretário de Estado da Ciência e Inovação de Pedro Santana Lopes apresenta a proposta como parte de um pacote que inclui fontes renováveis, como solar, eólica e hídrica. A visão é de autonomia energética nacional.
Numa perspetiva crítica à política vigente, sustenta que as centrais nucleares podem assegurar estabilidade de fornecimento e reduzir a dependência energética externa. A ideia é integrada num quadro mais amplo de diversificação de fontes.
Contrapõe a posição da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que defende que o problema energético de Portugal se resolve com renováveis. Segundo a ministra, as renováveis são suficientes para garantir o abastecimento, com menor impacto ambiental.
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