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Trump já não trava o aumento do petróleo

Combustíveis em Portugal devem subir até cinco cêntimos na próxima semana, refletindo a alta do petróleo, com o Governo a lançar linha de apoio de 600 milhões de euros

Barril de Brent valoriza
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  • O gasóleo e a gasolina deverão subir cinco cêntimos na próxima semana, ainda sem valores fixados.
  • A cotação do Brent subiu para 109,44 dólares por barril esta quinta-feira, o que pode traduzir-se num novo aumento nos postos.
  • Apesar de Trump ter dito que a guerra no Irão deve terminar em breve, a tensão persiste nos mercados.
  • As contas finais da variação dos combustíveis ficam conhecidas apenas nesta sexta-feira, para confirmar o aumentos previstos.
  • O primeiro-ministro lançou a linha de apoio de 600 milhões de euros, Portugal Resiliência Energética, para financiar tesouraria de empresas com custos de energia acima de 20% dos custos de produção, via Banco Português de Fomento.

O preço dos combustíveis em Portugal deve subir na próxima semana, com aumentos previstos de cerca de cinco cêntimos no gasóleo e na gasolina. Os valores ainda não estão fixados, mas o mercado antecipa o agravamento.

A cotação do Brent, a referência internacional, avançou para 109,44 dólares por barril, numa subida de 8,19% numa sessão marcada por declarações do presidente dos EUA sobre o Irão e por tensões na região. Trump disse que a “guerra épica” pode acabar em breve, mas as operações militares continuam em aberto.

A volatilidade no mercado de petróleo mantém os preços em cenário de incerteza, apesar de promessas de alívio por parte de Washington. Analistas mantêm o foco na evolução do conflito no Irão e nas consequências para a oferta global.

Governo lança linha de apoio para energia

O Primeiro-Ministro anunciou a criação de uma linha de apoio de 600 milhões de euros para empresas cujos custos energéticos ultrapassem 20% dos custos de produção. A linha, denominada Portugal Resiliência Energética, será gerida pelo Banco Português de Fomento.

A medida visa financiar necessidades de tesouraria e fundo de maneio por via de crédito. O objetivo é mitigar o impacto da subida dos custos energéticos sobre as empresas mais afetadas pela atual conjuntura.

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