- A ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho, afirmou que Portugal ainda não está em emergência energética.
- Os aumentos nos preços do petróleo e do gás ainda não atingiram o limiar de crise de setenta por cento.
- A situação só seria considerada crítica quando os aumentos chegarem a setenta por cento.
- A Agência Internacional de Energia (AIE) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) estão preparadas para intervir.
- Em caso de intervenção, podem liberar reservas estratégicas para conter a subida dos preços.
Portugal não está em emergência energética, afirma a ministra da Energia. Os aumentos nos preços do petróleo e do gás não atingiram ainda o limiar crítico de 70%, que definiria a situação como grave.
Maria da Graça Carvalho explicou que a avaliação é contínua e que o país pode recorrer a reservas estratégicas se houver escalada acentuada dos preços.
A maioria de instituições internacionais, incluindo a AIE e a OCDE, está preparada para intervir liberando reservas estratégicas para conter a subida dos preços.
Contexto internacional
A intervenção de reservas estratégicas envolve coordenação com a União Europeia e outros parceiros internacionais, para moderar impactos económicos sem afetar o abastecimento.
O objetivo é mitigar oscilações no mercado energético sem recorrer a medidas extremas, mantendo a garantia de fornecimento para consumidores e indústria.
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