- Segunda fase do E-Lar recebeu 55.752 candidaturas, com uma dotação de 60 milhões de euros.
- Foram aprovadas 25.119 candidaturas e emitidos 14.419 vales para substituição de electrodomésticos; 533 beneficiários já iniciaram o processo junto de comerciantes.
- Em avaliação encontram‑se 4.378 candidaturas; outras 11.288 aguardam conclusão do preenchimento pelos beneficiários.
- A ministra do Ambiente disse ao Jornal de Negócios que a verba já está quase toda atribuída e abriu a possibilidade de uma terceira fase do E‑Lar em 2026.
- Os apoios podem chegar a 1.683 euros para famílias vulneráveis e a 1.100 euros para os restantes casos; o programa visa substituir eletrodomésticos por modelos mais eficientes.
O programa E-Lar entrou na sua segunda fase, com um orçamento de 60 milhões de euros para substituir electrodomésticos a gás por modelos elétricos mais eficientes. O anúncio foi feito pelo Fundo Ambiental, com início em 11 de dezembro. O objetivo é reduzir o consumo energético em habitações financiando fornos, placas, fogões e termoacumuladores elétricos.
Ao todo, foram recebidas 55.752 candidaturas, segundo dados oficiais do Ministério do Ambiente. Destas, 25.119 candidaturas foram aprovadas e aceites pelos beneficiários, levando à emissão de 14.419 vales para substituição. Já 533 beneficiários iniciaram o processo junto dos comerciantes, através da conversão dos vouchers.
No momento, 4.378 candidaturas estão em avaliação, enquanto 11.288 aguardam o preenchimento por parte dos beneficiários. A ministra do Ambiente indicou ao Jornal de Negócios que a verba já está quase toda atribuída e deixou em aberto a possibilidade de uma terceira fase do E-Lar em 2026.
A segunda fase destina-se a quem tem a Tarifa Social de Energia Elétrica, a residentes de frações intervencionadas no âmbito dos Bairros Mais Sustentáveis e a outras pessoas singulares. Os apoios variam, com até 1683 euros para famílias vulneráveis, e até 1100 euros nos restantes casos.
A primeira fase, lançada em setembro, teve um orçamento de 40 milhões de euros, financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O E-Lar pretende continuar a apoiar a transição para equipamentos mais eficientes, mediante novas sessões de candidaturas, caso haja disponibilidade orçamental.
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