- O Grupo Celeste pediu insolvência, deixando mais de 300 trabalhadores sem emprego, com as unidades industriais em Guimarães e Vizela.
- A grande maioria dos trabalhadores vive e trabalhava nos concelhos de Guimarães e Vizela, onde se localizam as duas unidades do grupo.
- O SINTAB pediu reuniões urgentes com os três administradores de insolvência e com as câmaras municipais de Guimarães e Vizela; está marcada uma reunião para a tarde de quinta-feira com o município de Guimarães.
- O grupo tem dívidas de cerca de 15 milhões de euros, principalmente à Segurança Social e às Finanças, acrescidas de credores além das centenas; os trabalhadores ainda não receberam retroativos de 2024, subsídio de férias de 2025 e ordenados de janeiro.
- O SINTAB defende que todos os trabalhadores devem ser ressarcidos através da massa insolvente, independentemente da empresa a que estavam vinculados, e que as faturas da empresa principal possam garantir o pagamento integral dos salários em dívida.
O Grupo Celeste, atuante no sector da panificação e pastelaria, pediu insolvência, deixando mais de 300 trabalhadores sem emprego. A maioria reside e trabalhava em Guimarães e Vizela, onde ficam as duas unidades industriais.
Segundo o SINTAB, a insolvência envolve as empresas Conceitos Avulso, Celeste Actual e Nofícios, que integram o Grupo Celeste. A situação acarreta graves preocupações sociais, com várias famílias já em situação de vulnerabilidade.
O sindicato aponta dívidas de cerca de 15 milhões de euros, destacando compromissos com a Segurança Social e as Finanças, bem como com mais de uma centena de credores. Os trabalhadores ainda não receberam parte de salários e subsídios de 2024.
O SINTAB solicita reuniões urgentes com os administradores de insolvência e com as câmaras de Guimarães e Vizela, para discutir o impacto social e encontrar caminhos que protejam os trabalhadores. Está marcada uma reunião com o município de Guimarães.
Além disso, o sindicato analisa a possibilidade de desbloquear entraves técnicos e burocráticos no processo, visando assegurar o pagamento dos créditos laborais dentro da massa insolvente. A ideia é tratar de justiça para todos os trabalhadores.
O grupo é uma empresa nacional com mais de cinco décadas de presença no setor da panificação e pastelaria, formando uma organização que empregava dezenas de trabalhadores nos concelhos do Minho.
Entre na conversa da comunidade