- Por volta das 11h30 de quinta-feira, 550 alunos e o pessoal da EB1 de Alcanena foram retirados após o alarme de fuga de gás disparar.
- Meia hora depois, a Proteção Civil confirmou que o alarme era falso e as atividades retomaram.
- É já o segundo caso desta semana; na segunda-feira, a Câmara de Alcanena informou que não houve fuga de gás e que seria avaliado o Sistema Contra Incêndios em Edifícios (SCIE).
- Maria Gaspar, avó de um aluno, disse que os alarmes falsos causam transtorno: “temos de vir à mesma”.
- A situação envolve 550 estudantes e trabalhadores da escola.
Foi por volta das 11h30 desta quinta-feira que 550 pessoas, entre alunos e corpo docente e não docente, foram retiradas da EB1 de Alcanena após o disparo de um alarme de fuga de gás. Cerca de 30 minutos depois, a Proteção Civil confirmou tratar-se de falso alarme, e as atividades recomeçaram.
Este foi o segundo caso semelhante registado nesta semana, com ocorrências recorrentes no último ano. Na altura, o alarme disparou repetidamente, sem detetar qualquer fuga de gás, segundo o município.
A avó de um aluno com autismo relatou preocupações de que os falsos alarmes provocam transtorno a quem depende de rotinas seguras, salientando que é necessária uma resposta consistente das autoridades.
Contexto
Na terça-feira, a Câmara de Alcanena informou que, face aos recorrentes disparos do alarme da EBI de Alcanena, não foi detetada qualquer fuga de gás em nenhuma das ocorrências. Foi anunciada ainda a intenção de avaliar todo o Sistema Contra Incêndios em Edifícios para despiste de eventuais anomalias.
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