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Todas as seis ambulâncias de emergência do Algarve paradas por falta de meios

Ambulâncias de emergência no Algarve paradas por falta de meios até às 16h; quatro unidades SIV operacionais em Portimão, Alcantarilha, Quarteira, Faro e Olhão

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Entre Janeiro e Novembro do ano passado, as Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação estiveram inoperacionais 9172 horas
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  • As seis ambulâncias de emergência médica do Algarve estavam paradas por falta de meios, até às 16h00.
  • Localizações citadas: Portimão, Alcantarilha, Quarteira (duas), Faro e Olhão; apenas quatro ambulâncias de Suporte Imediato de Vida estavam a operar às 13h00, em Loulé, Lagoa, Tavira e Vila Real de Santo António.
  • O presidente do STEPH, Rui Lázaro, explicou que, no passado, já foram deslocados técnicos entre regiões para reforçar a operação quando faltavam meios humanos.
  • Dados do Instituto Nacional de Emergência Médica indicam que, entre janeiro e novembro do ano anterior, as Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação estiveram inoperacionais por longos períodos (9172 horas).
  • A falta de tripulação é apontada historicamente como principal motivo de indisponibilidades; recentemente, houve anúncios de reforços com ambulâncias dos bombeiros para socorro pré-hospitalar no fim de semana, em moldes semelhantes.

O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) afirmou que as seis ambulâncias de emergência médica do Algarve estão inoperacionais por falta de meios até às 16h00. As viaturas estão distribuídas por Portimão, Alcantarilha, Quarteira (duas), Faro e Olhão.

Até ao meio-dia, apenas quatro ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) estavam disponíveis, em Loulé, Lagoa, Tavira e Vila Real de Santo António. Os SIV são tripulados por enfermeiro e técnico de emergência pré-hospitalar.

Rui Lázaro, presidente do STEPH, explicou que, no passado, ocorreram deslocamentos de técnicos de outras regiões para Lisboa e Vale do Tejo e Algarve para reforçar meios sem pessoal suficiente. A reportagem não indica horários adicionais de reposição.

Dados do Instituto Nacional de Emergência Médica indicam que, entre janeiro e novembro do ano passado, as VMER estiveram inoperacionais ao longo de 9.172 horas. A paragem mais relevante data de 2013, período em que o índice foi superior.

Historicamente, a falta de tripulação tem sido a principal justificação para indisponibilidades das VMER, que integram equipa médica e de enfermagem. Os dados do ano passado não detalham causas específicas, mas apontam para esse patrón.

Na semana passada, a SIC reportou paragens de VMER noutras regiões (Lisboa‑Vale do Tejo e Alentejo) na véspera de Natal por falta de meios. A LBP anunciou, na sexta-feira, uma *task-force* com quatro ambulâncias de bombeiros para o fim de semana, sem contudo serem viradas para o Algarve.

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