- Uma mulher que estava em paragem cardiorrespiratória morreu na Qta. do Conde, Sesimbra, depois de esperar mais de quarenta minutos por socorro.
- Os Bombeiros Voluntários de Carcavelos foram chamados às 14:00 para atender a vítima a 35 quilómetros de distância, chegando às 14:44, quando já estava em paragem cardiorrespiratória.
- Uma viatura de emergência médica do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) chegou ao local; foram realizadas manobras de reanimação e o óbito foi declarado no local.
- O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), António Nunes, afirmou que o sistema não está a funcionar bem, acrescentando que, se se concluir falha por parte dos bombeiros, devem assumir responsabilidades; o INEM ainda não comentou oficialmente o caso.
A mulher que já era vítima de uma paragem cardiorrespiratória morreu na quarta-feira na Quinta do Conde, Sesimbra, após aguardar mais de 40 minutos por socorro. O incidente ocorreu numa distância de cerca de 35 quilómetros entre o local e os bombeiros acionados.
Os Bombeiros Voluntários de Carcavelos foram chamados às 14:00 para atender a vítima, que apresentava dificuldade respiratória. A chegada ocorreu às 14:44, quando já se encontrava em paragem cardíaca. Uma viatura de emergência médica do INEM também chegou ao local.
Manobras de reanimação foram realizadas no local, mas o óbito foi confirmado no local pelos bombeiros. A corporação sublinha que a distância representa um fator crítico para o sucesso da reanimação, mesmo com boa preparação técnica.
Contexto e reações iniciais
António Nunes, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, afirmou que o sistema não está a funcionar bem, sem apontar culpados. O dirigente indicou que, se for comprovado que os bombeiros falharam, devem assumir responsabilidades.
O presidente do INEM, Luís Cabral, disse não ter informações suficientes para comentar de imediato e que irá confirmar os dados relevantes assim que disponíveis. O INEM informou que irá divulgar informações oficiais assim que possível.
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