- A tempestade Kristin deixou três dos seis edifícios do Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria inutilizados.
- As aulas passaram a decorrer em salas improvisadas nos salões paroquiais, numa antiga capela mortuária e em contentores.
- O diretor, José Soares, teve de fazer um “tetris” para distribuir as turmas e manter o ensino na vila.
- Um mês e meio depois, a solução provisória prolonga-se sem prazo para terminar.
- As obras profundas obrigaram a uma adaptação contínua da comunidade escolar na região.
O Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria viu três dos seus seis edifícios ficar inutilizados após a tempestade Kristin. A escola manteve atividades, recorrendo a espaços improvisados para assegurar o ensino.
Ainda há estruturas sem funcionamento a um mês e meio do evento. Os alunos continuam a aprender em locais provisórios, com o director José Soares a coordenar o arranjo em uso para manter o calendário escolar.
Os espaços alternativos incluem salões paroquiais e uma antiga capela mortuária convertida em sala de aula. Estas soluções substituem salas destruídas ou danificadas, mantendo a normalidade do ensino na vila.
Espaços temporários em uso
A gestão destacou que o arranjo não tem prazo definido para terminar. O objetivo é assegurar condições mínimas de ensino até que obras de recuperação avancem de forma estável.
A situação envolve alunos, professores e funcionários do agrupamento, que enfrentam, por agora, um atraso na reconfiguração física das instalações. O foco permanece a continuidade educativa na região.
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