- Centenas de alunos e professores do ensino artístico especializado protestam em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, para exigir reforço do financiamento público, não atualizado desde 2009.
- A manifestação foi promovida por escolas artísticas privadas, que trouxeram participantes de todo o país.
- Às 16:00, o separador central da Avenida Infante Santo já tinha mais de duas centenas de manifestantes com tambores e cartazes.
- A organização prevê a participação de perto de 500 pessoas, com autocarros a chegar para a concentração marcada para as 15:00.
- Os representantes das escolas foram chamados pelo secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo.
Centenas de alunos e professores do ensino artístico especializado voltaram a contestar o financiamento público. A manifestação decorreu em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, para exigir o reforço financeiro que não é atualizado desde 2009.
Promovida pelas escolas artísticas privadas, a ação contou com docentes e alunos de várias regiões do país que defendem a continuidade do ensino artístico especializado no mapa educativo. O objetivo é manter serviços de qualidade e formação contínua.
Às 16:00, o separador central da Avenida Infante Santo já acolhia mais de duas centenas de manifestantes, com tambores e cartazes. Chegavam autocarros para a concentração, prevista para as 15:00, esperando cerca de 500 participantes.
Os manifestantes entoavam palavras de ordem em tom de protesto, apelando à ação governamental para uma atualização de financiamento. A organização destacou a importância do ensino artístico, equiparável ao ensino convencional.
Participação e desdobramentos
Representantes das escolas foram recebidos pelo Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, para uma reunião de follow-up sobre as exigências orçamentais e eventuais medidas de apoio. As negociações seguem em aberto.
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