- A narradora afirma que os seus alunos não são dela, mas mostra um carinho, orgulho e proteção por eles.
- Mesmo reconhecendo que os alunos são de outros professores, ela sente que acompanha o seu crescimento e celebra pequenas vitórias.
- Considera que cada triunfo é deles, mesmo que possa haver um toque seu, “um por cento”.
- Refere que recebe todos os anos novos rostos, cada vez mais jovens e distantes da idade de quem os recebe.
- Conclui dizendo que, apesar de não serem dela, os seus alunos são os melhores do mundo, como se fossem filhos.
Em um texto de natureza educativa, uma professora afirma que os seus alunos não lhe pertencem, mas que lhe encantam pelo crescimento interior que mostram ao longo do tempo.
Ela descreve um carinho despudorado e um orgulho de testemunhar pequenas vitórias, como respostas certas, superações de medos e passos que parecem grandes para quem está nos primeiros anos de ensino.
A autora ressalva que recebe todos os anos novos rostos, cada vez mais jovens, e que, embora não sejam seus, passam a ser os seus alunos, pelo que se sente impelida a oferecer tudo o que tem, bom e mau.
Segundo o relato, os alunos reconhecem-na como professora e esperam que lhes seja dada orientação completa, acompanhando-os no desenvolvimento e nas dificuldades que surgem ao longo do caminho.
No encerramento, afirma que, mesmo que os alunos não sejam seus, são os melhores do mundo, comparando-os a crianças que crescem e aprendem sob a sua observação.
A mensagem mantém o foco na experiência de quem ensina, sem referências a outros docentes ou a contextos externos, e repete a ideia central: o valor dos alunos é único e pessoal.
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