- A princesa Eugenie deixou de exercer funções como patrona da organização Anti-Slavery International.
- A decisão foi confirmada pela própria organização, que agradeceu publicamente o contributo da princesa ao longo de cerca de sete anos.
- O perfil de Eugenie foi removido do site da instituição, indicando o fim da colaboração institucional.
- A saída ocorre num contexto de maior escrutínio público sobre documentos ligados ao escândalo envolvendo Jeffrey Epstein e as ligações do pai da princesa ao caso.
- Eugenie tem estado associada a causas humanitárias e, em 2017, cofundou a iniciativa The Anti-Slavery Collective.
A princesa Eugenie deixou de exercer funções como patrona da organização Anti-Slavery International, uma das instituições mais antigas no combate à escravatura moderna e ao tráfico de pessoas. A confirmação partiu da própria ONG, que agradeceu o contributo da princesa ao longo dos últimos sete anos.
Durante esse período, Eugenie esteve envolvida em várias iniciativas de sensibilização sobre escravatura contemporânea e exploração humana. O seu perfil foi recentemente removido do site oficial da organização, sinalizando o fim da colaboração institucional.
Contexto institucional e impacto
A saída ocorre num momento em que voltam a ganhar destaque documentos relacionados com o escândalo envolvendo Jeffrey Epstein e as ligações do pai da princesa ao caso. Embora não tenha sido apresentada qualquer acusação contra Eugenie ou outros membros diretos da família, o assunto tem colocado os York sob escrutínio público.
Conhecida pelo envolvimento em causas humanitárias, Eugenie tem sido uma voz relevante na luta contra a escravatura moderna. Em 2017, cofundou a iniciativa The Anti-Slavery Collective, dedicada a aumentar a consciencialização sobre tráfico de pessoas e outras formas de exploração.
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