- Donald Trump afirmou à Fox News que o Governo iraniano está “muito interessado em conversar” e que pode haver abertura para um canal diplomático, desde que os termos sejam aceitáveis.
- O presidente defendeu a ofensiva militar conjunta com Israel de 28 de fevereiro, dizendo ter destruído cerca de 50% do arsenal de mísseis do Irão e justificando a ação como preventiva.
- Trump sustenta que Teerão estava perto de obter armamento nuclear, citando informações do enviado especial Steve Witkoff e do conselheiro Jared Kushner; a Agência Internacional de Energia Atómica afirma não haver provas de um programa nuclear militar ativo.
- O chefe de Estado norte‑americano criticou a eleição de Mujtaba Khamenei como novo líder supremo do Irão após a morte de Ali Khamenei.
- A operação militar desencadeou ataques iranianos a alvos em Israel, bases norte‑americanas e infraestruturas na região, com incidentes registados também em Chipre e na Turquia.
Donald Trump admitiu, numa entrevista à Fox News, que o Governo iraniano está “muito interessado em conversar” e que pode haver abertura diplomática, dependendo dos termos. Não confirmou um compromisso imediato.
O Presidente dos EUA insistiu na legitimidade de uma ofensiva militar conjunta com Israel. Diz que a operação superou expectativas e reduziu cerca de metade do arsenal de mísseis do Irão.
Trump sustentou que houve necessidade de atacar primeiro, argumentando que, se esperassem, poderiam ter sido alvo de um possível ataque iraniano. Reforçou a percepção de risco prévio.
O chefe de Estado norte-americano citou informações do enviado especial Steve Witkoff e do conselheiro Jared Kushner, de que Teerão poderia ter urânio enriquecido suficiente para até 11 bombas.
A posição de Teerão sobre desnuclearização foi novamente apresentada como uma linha que o Irão rejeita, com suporte até pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), que não verificou programa militar ativo.
A eleição de Mujtaba Khamenei como novo líder supremo também foi criticada por Trump, após o falecimento de Ali Khamenei durante bombardeamentos na região.
Em 28 de fevereiro, EUA e Israel lançaram uma operação militar contra o Irão, com retaliação iraniana a alvos em Israel e bases norte-americanas, além de infraestruturas na região. Incidentes ocorreram também em Chipre e Turquia.
Entre na conversa da comunidade