- O governo dos Estados Unidos agradeceu ao Equador por apoiar o “combate contra o narcoterrorismo” numa conversa entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o presidente equatoriano, Daniel Noboa.
- Rubio elogiou Noboa por se comprometer com a segurança regional, conforme comunicado do Departamento de Estado dos EUA.
- Foi mencionada a operação militar em Caracas que resultou na captura de Nicolás Maduro e de Cilia Flores, que foram levados para os Estados Unidos para julgamento em tribunal federal em Nova Iorque.
- O Equador junta-se à Argentina como aliados dos EUA, enquanto outras nações da região criticaram publicamente a intervenção militar unilateral em Caracas.
- Maduro e a mulher responderam a acusações de tráfico de droga, corrupção e branqueamento de capitais num tribunal de Nova Iorque; a próxima audiência está marcada para 17 de março.
O governo dos EUA agradeceu ao Equador pela colaboração no combate ao narcoterrorismo. A comunicação ocorreu por telefone entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o presidente equatoriano, Daniel Noboa, na terça-feira.
Rubio elogiou o compromisso de Noboa com a segurança regional, segundo o Departamento de Estado. O responsável norte-americano forneceu detalhes sobre uma operação militar em Caracas, que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da primeira-dama Cilia Flores, que foram levados para os EUA para julgamento.
Contexto regional
O Equador junta-se à Argentina como aliados dos EUA na região. Diversos países criticaram publicamente a ação militar unilateral em Caracas, destacando preocupações com soberania e democracia. Outros governos da região disseram não.
“No sábado houve ataque à Venezuela com o objetivo de capturar Maduro e a mulher dele; o país está numa transição de poder anunciada pelos EUA.” Delcy Rodríguez assume a presidência interina com apoio das Forças Armadas.
Maduro e Flores prestaram declarações curtas perante um tribunal de Nova Iorque, respondendo a acusações de tráfico de droga, corrupção e branqueamento de capitais. A próxima audiência está marcada para 17 de março.
Notas oficiais e contexto diplomático
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, afirmou que o país respeita a legalidade e a Carta das Nações Unidas, reconhecendo aspectos positivos da intervenção, como a queda de Maduro, sem emitir julgamentos. A notícia menciona ainda a comunidade lusodescendente na Venezuela, estimada em cerca de meio milhão de pessoas.
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