- Miguel Barbosa faz o balanço da 7.ª etapa do Dakar’2026, destacando a prestação dos pilotos portugueses.
- Paulo Fiúza venceu nos camiões, João Ferreira ficou em segundo nos carros e houve quatro portugueses no Top 10 dos SSV nesse dia.
- Após um dia de descanso em Riade, a prova regressou com uma etapa que ligou Riade a Wadi ad Dawasir.
- A fase contou com 462 quilómetros de troços arenosos relativamente rápidos, acrescidos de 414 quilómetros de ligações.
Miguel Barbosa faz o balanço da 7.ª etapa do Dakar’2026, destacando a prestação dos pilotos portugueses e a vitória de Paulo Fiúza nos camiões. O relato é feito para os leitores de Record, com foco em resultados e evolução da prova.
A etapa ocorreu entre Riade e Wadi ad Dawasir, com um setor seletivo de 462 quilómetros em troços arenosos rápidos, acrescidos de 414 quilómetros de ligações. A organização manteve o formato típico de rali-cross-country.
Paulo Fiúza venceu a prova na classe dos camiões, confirmando o bom desempenho da equipa nacional. João Ferreira ficou em segundo lugar nos carros, demonstrando consistência ao longo da etapa.
Quatro pilotos portugueses estiveram no Top 10 da categoria SSV, evidenciando a boa performance do contingente luso nestas fases de dunas e areias. O domingo marcou o regresso da competição após o dia de descanso em Riade.
Miguel Barbosa realça o dia como extremamente positivo para Portugal, sublinhando a presença constante de pilotos nacionais entre os melhores. A organização mantém a aposta nas liaison e nos troços desafiantes da prova.
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