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Bruno Martins apoia pilotos portugueses no Dakar 2026 como anjo da guarda

Bruno Martins, o 'anjo da guarda' dos pilotos portugueses no Dakar 2026, reboca colegas para os manter em prova

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Hoje cumpre-se o dia de descanso da 48.ª edição, após seis etapas disputadas
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  • Bruno Martins, de 44 anos, compete na categoria SSV com um Polaris da equipa Santag e é visto como o “anjo da guarda” dos pilotos portugueses no Dakar 2026.
  • Na sexta etapa, cedeu um amortecedor a Alexandre Pinto, campeão mundial, ajudando-o a recuperar tempo na prova.
  • Martins também rebocou Hélder Rodrigues, que tinha ficado sem motor, e mais tarde ajudou Pinto a chegar à assistência para continuar na prova.
  • O piloto de Leiria diz que a sua função é ajudar, sublinhando a entreajuda entre portugueses como parte da equipa.
  • O Dakar retoma no domingo, com uma tirada entre Riade e Wadi Ad Dawasir, de 462 quilómetros cronometrados, após o dia de descanso.

Bruno Martins, piloto na categoria SSV com um Polaris da equipa Santag, tem sido destaque no Dakar 2026. O rali, que decorre na Arábia Saudita, voltou a arrancar após o dia de descanso, com uma tirada entre Riade e Wadi Ad Dawasir.

No total, Martins já ajudou dois compatriotas a manter-se em prova. Desempenhou um papel decisivo ao rebocar o campeão mundial Alexandre Pinto após problemas na caixa de velocidades, e também ajudou Hélder Rodrigues, que ficou sem motor durante a etapa.

A ação do piloto da Marinha Grande começou na sexta etapa, ainda no decurso do dia de competição, quando os problemas mecânicos atrasaram os seus companheiros. O reboque de Pinto ocorreu a cerca de três quilómetros do fim da tirada.

Entre os momentos de tensão, Martins também puxou Hélder Rodrigues para sair do deserto, assegurando que o piloto sintra pudesse manter-se em prova. A ligação de 270 quilómetros até à assistência foi o último obstáculo superado pela equipa nacional.

Apesar das dificuldades, Bruno Martins manteve o foco na missão de apoiar os compatriotas. Reconhece o valor da entreajuda entre pilotos e afirma que a força de uma equipa nacional pode abrir caminho na prova.

Agora, aos 44 anos, o piloto admite que o papel de ajuda pode manter-se como prioridade, sobretudo se a performance na frente se tornar inviável. A meta continua a ser lutar por posições mais altas no top cinco.

O Dakar 2026 entra numa fase decisiva, após o dia de descanso. A prova retoma no domingo com uma etapa de 462 quilómetros cronometrados entre Riade e Wadi Ad Dawasir, em terreno desértico, onde os concorrentes continuam a competir pela liderança.

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