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Ruben Guerreiro nega falha de antidopagem: assegura verificação

Ruben Guerreiro nega falha de antidopagem e afirma que a não renovação com a Movistar para 2026 resulta de lesões e recuperação em curso

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Ruben Guerreiro garante que ainda não tem equipa por estar a reabilitar-se de uma lesão prolongada
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  • Ruben Guerreiro negou que a omissão de informação sobre o seu paradeiro ao ADAMS tenha sido a razão para não renovar contrato com a Movistar para 2026.
  • O jornal AS tinha sugerido que o episódio teria causado uma ruptura irreconciliável entre o ciclista e a equipa, mas Guerreiro rebateu essa leitura.
  • Em entrevista à Topcycling, garantiu não ter qualquer aviso ou advertência por falha de informação e disse ter verificado se era 1 de abril.
  • O corredor de 31 anos está sem equipa para 2026, com lesões a limitar o treino, principalmente no ginásio, e o foco a ser recuperação e fisioterapia.
  • Nos últimos dois anos tem convivido com problemas físicos, incluindo uma hérnia de janeiro de 2024, tendo sido um período marcado por rendimento abaixo do permitido nas melhores temporadas anteriores.

Ruben Guerreiro negou que a omissão em informar as autoridades antidopagem sobre o seu paradeiro tenha sido o motivo da não renovação com a Movistar para 2026. O atleta português também rejeita a ideia de que o episódio tenha provocado a separação com a equipa espanhola. A notícia veiculada pelo diário AS citou alegações de falha de comunicação com o ADAMS e uma alegada ruptura entre as partes.

Guerreiro afirmou, em entrevista à Topcycling, que não recebeu qualquer aviso por registo irregular e que chegou a questionar se a situação poderia ter sido uma brincadeira de 1 de abril. O ciclista reforçou que sempre foi transparente e que não cometeu ilegalidades, assegurando não ter problemas com o paradeiro nem com o funcionamento do ADAMS.

O corredor de 31 anos encontra-se sem contrato para 2026 e admite que as lesões condicionaram o treino nos últimos meses, com foco maior no ginásio e na fisioterapia. Ainda não assinou por outra equipa, pois não está em condições ideais para competir, mas permanece determinado a recuperar.

Contexto recente

Segundo a imprensa espanhola, o AS relatou que o episódio envolvendo o paradeiro, ocorrido na última temporada, não gerou sanção disciplinar pela UCI, já que a infração só é reconhecida após três ocorrências. A notícia sugeriu uma ruptura irreconciliável entre Guerreiro e a Movistar, ampliando a leitura de que a situação afetou o futuro desportivo do atleta.

Histórico de lesões

Entre 2020 e 2023 Guerreiro destacou-se com vitórias e desempenhos relevantes, o que levou à contratação pela Movistar no final de 2022. Em 2023 ganhou o AlUla Tour e terminou em posições competitivas em várias provas, mas em 2024 começou a sentir a lesão que se manteve, afetando o treino de inverno e a performance em 2025. A última competição disputada foi o Grande Prémio de Montreal, a 14 de setembro, que não concluiu.

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