- Michael Schumacher sofreu um acidente de esqui a 29 de dezembro de 2013 em Méribel, França, ficando fora de público por mais de uma década.
- Desde então, poucas informações oficiais surgem; a família mantém sigilo e apenas mensagens sentimentais são partilhadas, com visitas limitadas a amigos próximos.
- Jean Todt tem sido a principal fonte de atualização, dizendo que Schumacher vê corridas e, por vezes, chora, mas já não é o mesmo Michael da Fórmula 1.
- A maior parte dos especialistas aponta que o alemão permanece estável, mas provavelmente não anda, não fala e comunica apenas através dos olhos, com várias sequelas neurológicas.
- Ainda que a família mantenha o secretismo, surgem dados esporádicos, como a homenagem com as iniciais “MS” num capacete leiloado para apoiar investigação sobre demência, ligado a Schumacher.
Michael Schumacher continua fora de foco público, 12 anos após o acidente de esqui em Méribel, no dia 29 de dezembro de 2013. O acidente provocou traumatismo cranioencefálico e o piloto foi operado em Grenoble; no dia 2 de janeiro de 2014, a família informou que não voltaria a divulgar informações. Desde então, tem havido anúncio público mínimo sobre o estado de saúde.
Após a alta de uma unidade médica alguns meses depois, Schumacher regressou a casa, perto de Lausanne, onde está rodeado por uma unidade de cuidados instalada na propriedade junto ao lago Léman. A partir daí, apenas declarações curtas, veementemente controladas pela família, marcaram o novo normal.
Estado de saúde
A família afirmou que o alemão já não está em coma, mas as informações oficiais quase não existem. Vizinhos e quem pode visitá-lo só apresenta dados limitados, mantendo o sigilo sobre o dia a dia do património médico. Fontes próximas indicam que a recuperação não tem avançado de forma significativa.
O departamento de neurocirurgia consultado por especialistas aponta para sequelas relevantes. Um médico finlandês assegura que o paciente dificilmente recuperará capacidades motoras ou de fala, com comunicação possivel apenas pelos olhos. A narrativa médica complementa que a vida de 2024 em diante tem sido de cuidados intensivos em ambiente doméstico.
Quem está envolvido e quem pode visitar
Entre os nomes que, ao longo dos anos, apareceram como fonte de informação estiveram Jean Todt, Ross Brawn, Bernie Ecclestone e Gerhard Berger. Todt tem sido o elo principal, chegando a dizer que Schumacher assiste a corridas com o novo núcleo familiar e que o estado atual é diferente do que foi na Fórmula 1.
Outros contactos, como Richard Hopkins, ex-diretor da McLaren, não têm acesso autorizado. Em entrevistas, Hopkins descreveu o respeito existente entre a família e quem pode visitar, destacando que nenhum visitante costuma partilhar detalhes. Briatore, antigo colaborador, afirma manter contacto, mas prefere preservar a privacidade.
Situação atual e curiosidades
O estado clínico de Schumacher permanece estável, segundo declarações da família. Não há indicação de participação ativa em provas ou atividades públicas. Em 2023-2024, surgiram relatos de participação em eventos familiares de forma discreta, mas sem confirmação oficial.
Recentemente, as iniciais MS voltaram a aparecer em um capacete leiloado por Jackie Stewart para angariar fundos para pesquisa sobre demência. Stewart attribuiu a Schumacher a assinatura com a ajuda de Corinna, mantendo a esperança de avanços médicos.
Entre na conversa da comunidade