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Custo elevado do desporto motorizado afeta carros e motas

Com a integração na família Repsol, o piloto ganha tranquilidade para treinar rumo ao Dakar, mas aumenta a pressão para apresentar resultados.

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João Ferreira na redação de A BOLA - Foto: Miguel Nunes
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  • João Ferreira diz que o desporto motorizado é muito caro, tanto carros como motas.
  • Iniciou nos karts aos 9 ou 10 anos e, em 2019, passou para o todo-o-terreno, evoluindo desde então.
  • Em 2022 percebeu que podia tornar-se profissional, ao vencer seis das sete provas em Portugal e tornar-se Campeão Europeu; nesse ano, decidiu avançar para o Dakar com o apoio da família.
  • Em 2024 passou a integrar a família Repsol, o que trouxe tranquilidade para treinar e, ao mesmo tempo, maior responsabilidade para apresentar resultados.
  • A meta no Dakar é lutar pela vitória, mantendo foco na competição e na obrigação de representar a patrocinadora com êxito.

O desporto motorizado é, para João Ferreira, extremamente dispendioso. O piloto dos 20 e poucos anos aponta que tanto carros como motos exigem investimentos elevados, desde o karting até ao todo-o-terreno.

Da paixão à competição, a evolução começou em Leiria, com o pai e a família a acompanhar. Ingressou nos kartings com 9 ou 10 anos e só depois passou ao todo-o-terreno, em 2019, após uma experiência nas 24 Horas de Fronteira.

O sonho de chegar ao Dakar ganhou contornos profissionais em 2022. Nesse ano, venceu provas no Campeonato de Portugal de todo-o-terreno e no Campeonato da Europa de Bajas, tornando-se Campeão Europeu.

Formado em Engenharia Eletromecânica, ainda estudante, João revela que foi preciso adaptar-se ao mundo dos adultos, onde há mais gente a indicar o caminho. O apoio do pai foi sempre valorizado como motivação.

No início, o desporto foi patrocinado pela família. Anos depois, chegaram apoios pequenos e, em 2024, o piloto integrou a família Repsol, patrocinador com historial vitorioso no Dakar.

Para João Ferreira, o patrocínio da Repsol traz tranquilidade para focar-se na competição, mas também maior responsabilidade: representar uma marca reconhecida exige resultados consistentes. O objetivo continua vencer no Dakar.

Patrocínio e expectativas

A adesão à Repsol reforça a confiança na carreira, segundo o piloto. A responsabilidade aumenta, explica, mas a reconhecida estrutura de apoio permite investir na preparação e na estratégia para as provas futuras.

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