- O selecionador do Paraguai, Gustavo Alfaro, negou que tenha havido insultos dirigidos a Didier Deschamps e à sua mãe durante o jogo dos oitavos de final, Paraguai-França (0-1).
- Alfaro disse não ter ouvido insultos e afirmou que não desceriam “a esse nível”, apontando apenas discordâncias sobre decisões do VAR.
- O treinador ressaltou que admira Deschamps e que o futebol não é uma guerra, afirmando que, se tivesse ouvido algo desse tipo, oporia-se na altura.
- Deschamps disse não ter ouvido insultos, mas que não vai criticar o Paraguai, reconhecendo que alguns insultos do banco adversário acenderam polémica.
- A mãe de Deschamps morreu poucos dias antes do jogo contra a Noruega na fase de grupos; o treinador esteve na França para o funeral, falhando a partida com os nórdicos.
Após o final do encontro Paraguai-França (0-1), nos oitavos de final do Mundial 2026, Gustavo Alfaro, selecionador do Paraguai, negou que tenha havido insultos dirigidos a Didier Deschamps ou à sua mãe a partir do banco. Afirmou que não se pode descer tão baixo no futebol e que não ouviu qualquer provocação contra o técnico gaulês.
Alfaro ressalvou que houve divergências, sobretudo em relação a decisões do VAR, com equipas a reclamar de penálti, mas garantiu que a sua equipa técnica não desceu ao tal nível. Reforçou que, caso tivesse ouvido insultos, teria reagido de forma direta.
Deschamps, por seu lado, também negou ter ouvido insultos, mantendo que a partida foi disputada com intensidade, sem desejar criticar o Paraguai. Segundo o treino francês, houve interpretações na imprensa sobre referências à morte da mãe, que faleceu dias antes do encontro com a Noruega na fase de grupos.
Contexto e desdobramentos
Deschamps ausentou-se do jogo com a Noruega, no qual França venceu por 4-1, para regressar a França para o funeral. O afastamento ocorreu antes do confronto da fase de grupos, deixando clear que a motivação não esteve no confronto com o Paraguai, mas no luto pessoal.
Entre na conversa da comunidade