- A World Athletics mantém a suspensão internacional de atletas russos e bielorrussos iniciada em 2022, devido à invasão da Ucrânia.
- A decisão de manter as sanções foi anunciada na sexta-feira, com o presidente Sebastian Coe a justificar pela ausência de progresso nas negociações de paz.
- A exclusão de atletas, representantes e staff técnico foi reexaminada em 2023, 2025 e março de 2026, sem alteração da posição.
- A World Athletics mantém-se contrária às recomendações do Comité Olímpico Internacional (COI) desde maio, que pediu menos restrições.
- Enquanto isso, outras federações têm seguido o COI: ginástica, judo e natação votaram pela reintegração; o boxe apenas acompanhou o COI, levantando restrições apenas contra os bielorrussos.
World Athletics manteve a suspensão internacional a atletas russos e bielorrussos, em vigor desde 2022, fruto da invasão à Ucrânia. A decisão mantém-se para provas de atletismo, visando preservar a integridade e a equidade das competições.
O presidente Sebastian Coe explicou que foram apresentadas várias opções ao Conselho, mas a sanção permanece enquanto não houver progresso concreto em negociações de paz. A posição não se alterou desde o início.
A exclusão já foi reexaminada em 2023, 2025 e março de 2026, sem alteração. A World Athletics continua, assim, a não permitir a participação de atletas, representantes ou staff técnico originários dos dois países.
Contexto internacional
Desde maio, a World Athletics diverge do Comité Olímpico Internacional (COI), que não recomenda restrições contra belarussos, mas mantém as aplicadas aos atletas russos. O COI tem posição diferente para ambas as federações nacionais.
Outras federações têm adotado caminhos distintos. Na ginástica, judo e natação, foi aprovada a reintegração plena dos atletas russos e belorrussos. No boxe, porém, a prática segue o COI, com restrições levantadas apenas para belarussos.
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