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Portugal tem obrigação de jogar mais, diz Cotrim de Figueiredo

Eurodeputado da Iniciativa Liberal afirma que, com o plantel atual, Portugal tem obrigação de jogar mais, diante do nível mostrado no Mundial

João Cotrim de Figueiredo: «Com o plantel que tem, Portugal tem obrigação de jogar mais»
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  • João Cotrim de Figueiredo, eurodeputado da Iniciativa Liberal, esteve na Lisboa Football Arena durante o empate 0-0 entre Portugal e a Colômbia no Mundial’2026.
  • O político disse não estar satisfeito com o futebol da Seleção Nacional e afirmou que o plantel tem a obrigação de jogar mais.
  • Relembrou que o 5-0 frente ao Uzbequistão não reflete o elevado ritmo da equipa, que encontrou adversários que lhe complicaram o jogo.
  • Criticou a mistura entre política e futebol no Mundial, referindo o caso do Irão e as decisões de Gianni Infantino enquanto presidente da FIFA.
  • Afirmou que organizar Mundiais em regimes autocráticos e o custo dos bilhetes prejudicam a experiência dos adeptos.

Ao intervalo do duelo entre Colômbia e Portugal, João Cotrim de Figueiredo, eurodeputado da Iniciativa Liberal, comentou o Mundial 2026 na Lisboa Football Arena. A análise foi feita em direto, durante o jogo, sem expressar opiniões pessoais de outros.

O político não ficou satisfeito com o rendimento da Seleção Nacional, apesar do triunfo expressivo frente ao Uzbequistão. Reconhece que o desempenho atual está aquém do potencial, salientando que a equipa costuma sofrer para conquistar resultados.

Ademais, argumentou que o técnico tem a responsabilidade de potenciar os jogadores, afastando disculpas como temperatura, humidade ou viagens. Defende que, com o plantel disponível, Portugal tem obrigação de atuar a um nível superior.

Mundial 2026 e influências externas

Cotrim de Figueiredo também comentou que aspetos políticos têm afectado o Mundial, apontando para o caso da equipa do Irão como exemplo. Refere ainda críticas dirigidas ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, por decisões que, na sua perspetiva, influenciam o futebol global.

O eurodeputado critica a interligação entre política, negócios e futebol, especialmente em campeonatos realizados em regimes autocráticos desde que Infantino ocupa a presidência. Considera que a agenda atual pode prejudicar o espetáculo e os aficionados.

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