- Nos últimos anos tem sido comum ver futebolistas com meias rasgadas ou cortadas, incluindo o internacional Jude Bellingham, que utiliza o recurso ao jogar pelo Real Madrid e pela seleção de Inglaterra.
- A principal explicação é o conforto muscular e a prevenção de cãibras, segundo um membro sénior da equipa médica de um clube da Premier League.
- Alguns jogadores sentem que as meias são demasiado apertadas e podem aumentar a sensação de compressão, levando à formação de cãibras, especialmente nos gémeos.
- Para reduzir a pressão, alguns atletas cortam pequenos buracos na zona dos gémeos, reduzindo a compressão exercida pelo tecido.
- A prática já levou fabricantes a repensarem o design das meias, ajustando os níveis de compressão na zona da barriga da perna para responder às preferências dos jogadores.
Nos últimos anos, tem sido comum ver jogadores de futebol com meias rasgadas ou cortadas em vários pontos durante as partidas. Exemplos célebres incluem Jude Bellingham, que faz esse ajuste tanto com o Real Madrid como pela seleção de Inglaterra.
A explicação central aponta para o conforto muscular e a prevenção de cãibras durante o jogo. Um membro sénior da equipa médica de um clube da Premier League indicou que a compressão excessiva pode contribuir para desconforto e para o surgimento de cãibras nos gémeos.
As meias são desenhadas para subir até abaixo do joelho, mantendo as caneleiras no lugar e o calor muscular. Contudo, quando apertadas demais, podem diminuir a circulação na região inferior da perna, aumentando o desconforto e o risco de cãibras.
Para aliviar a pressão, alguns atletas optam por abrir pequenos furos na zona dos gémeos, reduzindo a compressão exercida pelo tecido. A ideia é melhorar o conforto sem comprometer a função das peças.
Não há provas definitivas de que a prática reduza lesões, e a discussão muitas vezes depende da experiência de cada jogador. A tendência ganhou adesão entre os atletas e acabou por influenciar as escolhas de design dos fabricantes.
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