- Sousa Cintra, antigo presidente do Sporting, falou à margem do 35º aniversário do Núcleo sportinguista de Portimão e mostrou confiança no caminho do clube para 2026/27.
- Afirmou que o Sporting está a reforçar-se com bons jogadores, apesar de saírem atletas importantes, e que existe união no plantel.
- Reiterou a opinião de que o passado ficou para trás, considerando a derrota na Taça de Portugal uma situação injusta que deve ser esquecida.
- Sobre a continuidade de Rui Borges, disse que é decisão do presidente Frederico Varandas e pediu união entre todos.
- Comentou ainda o desempenho da Seleção Nacional no Mundial 2026, criticando a escolha do treinador espanhol e classificando o episódio como uma “vergonha autêntica”.
À margem do jantar de aniversário de 35 anos do Núcleo do Sporting de Portimão, Sousa Cintra analisou o momento dos leões. O antigo presidente mostrou confiança no caminho do clube para a época 2026/27, destacando a necessidade de reforços e de manter a unidade.
Cintra reconheceu que a época passada não correu como desejado, mas frisou que o Sporting tem forças para regressar às respetivas glórias. Subtraíram-se talentos, chegaram reforços, e a perspetiva é de conquista de títulos, com o foco mantido no campeonato e em todas as provas.
O ex-dirigente elogiou a estratégia apresentada pelo presidente Frederico Varandas, especialmente na aposta em novos jogadores. Defendeu que a continuidade de Rui Borges no comando técnico depende apenas da direção, apelando à união entre direção, equipa e torcedores para atravessar a fase de transição.
Planos para a próxima época
Cintra revelou Otimismo quanto à preparação do plantel para a temporada seguinte, apontando que a equipa está mais forte, mais coesa e com ambição de vencer o campeonato. Afirmou ainda que o clube tem potencial para evoluir na liga europeia e para reforçar a nível de títulos nacionais.
Mundial 2026
O antigo líder também comentou o atual desempenho da Seleção Portuguesa no Mundial de 2026. Considerou que o desempenho não corresponde às expectativas, criticando a opção de treinador estrangeiro e o processo de escolha, embora tenha destacado a necessidade de analisar os resultados com seriedade. Concluiu que as direções técnicas devem trabalhar para melhorar o rendimento da equipa nacional.
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