- Miguel Almirón foi expulso no duelo Paraguai-Turquia, provocando desagrado do selecionador Gustavo Alfaro.
- Alfaro disse que o problema não foi o que o jogador fez, mas sim a forma como os regulamentos foram aplicados, desde a primeira à última folha.
- Na conferência de imprensa, o treinador relatou ter entrado no balneário e visto Almirón, dizendo-lhe “muda essa cara, ganhámos” para aliviar a culpa.
- Alfaro explicou que, no final, o jogador pediu desculpas aos companheiros pelo episódio e pelo constrangimento causado.
- O técnico acrescentou uma nota de humor sobre o idioma, perguntando-se o que aconteceria se as palavras fossem ditas em guarani (ou em turco).
Miguel Almirón foi expulso no encontro entre Paraguai e Turquia, disputado nesta madrugada, e a reação do selecionador Gustavo Alfaro não tardou. O técnico disse sentir-se prejudicado pelo modo como os regulamentos foram aplicados, apesar de não criticar diretamente o jogador.
Alfaro afirmou que respeita as regras do futebol, mas que, neste caso, tudo parece ter sido aplicado de forma uniforme contra o Paraguai. O treinador descreveu a situação como injusta e revelou o desejo de ver justiça, recebido o desfecho com aceitação da derrota quando o adversário foi melhor.
Na conferência de imprensa, Alfaro recordou o momento em que entrou no balneário e viu Almirón. Contou que o jogador pediu desculpa aos companheiros, reconhecendo o erro que os colocou numa posição delicada com o grupo.
O selecionador descreveu também o ambiente no balneário após o jogo, destacando que os jogadores mantiveram o espírito combativo. Segundo ele, o grupo quis demonstrar união e foco, independentemente da expulsão que marcou o encontro.
Alfaro explicou ainda, numa nota de humor contida, que o episódio expõe a importância do idioma no desporto. Disse que se Almirón tivesse falado guarani, ninguém o entenderia, o que ilustra a forma como a comunicação pode afetar a perceção das ações em campo.
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