- A chamada “Lei Prestianni” entrou em prática e já provocou a sua primeira punição no Mundial, com expedição de cartão vermelho a Miguel Almirón.
- O paraguai venceu a Turquia por 1-0, e o jogador do Paraguai foi expulso após o árbitro consultar o VAR, após ser visto a tapar a boca durante o diálogo com o adversário.
- A nova regra, aprovada no final de abril pelo International Football Association Board (IFAB), surge na sequência da polémica entre Prestianni e Vinícius Júnior no Benfica-Real Madrid.
- Vinícius Júnior alega ter sido apelidado de “macaco”; a UEFA validou a versão de Prestianni, que admitiu ter utilizado a palavra “maricas”, levando a três jogos de suspensão (um já cumprido).
- O árbitro foi informado do comportamento de Almirón pelo turco Muldur e, após ver o VAR, expulsou-o de imediato.
A vitória do Paraguai sobre a Turquia, por 1-0, ficou marcada pela expulsão de Miguel Almirón. O jogador foi expulso após tapar a boca enquanto falava com um adversário. A decisão foi tomada pelo árbitro após ver o incidente no VAR.
A regra conhecida como Lei Prestianni entrou em jogo pela primeira vez numa Copa do Mundo. Foi aprovada pelo IFAB no final de abril, em resposta à polémica entre Prestianni e Vinícius Jr. num jogo do Benfica contra o Real Madrid.
O caso do Paraguai envolveu o árbitro a ser avisado pelo turco Muldur sobre o comportamento de Almirón, que foi expulso de imediato após consulta ao VAR. O incidente ocorre num contexto de controvérsia sobre condutas no jogo.
Contexto da regra
A controvérsia ligada a Prestianni surgiu após um insulto alegadamente racista de Vinícius Júnior, que o jogador do Benfica contestou. A UEFA considerou veracidade da versão de Prestianni, que admitiu ter usado a palavra ofensiva, levando a uma suspensão de três jogos (um cumprido).
A nova regra permite punir insultos pronunciados de forma não visível ao público, quando detectados por árbitro e VAR. O objetivo é coibir condutas discriminatórias durante o jogo.
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