- Os sócios do Vitória de Guimarães vão eleger este sábado o novo presidente para um ciclo de três anos, substituindo António Miguel Cardoso.
- O processo contempla quatro listas candidatas, um cenário inédito na história do clube, que totaliza cento e quatro anos.
- Os candidatos são Belmiro Pinto dos Santos, Júlio Vieira de Castro, Viriato Sampaio e Rui Rodrigues.
- O diretor-desportivo pela Lista C, Diogo Boa Alma, apresentou o projeto, incluindo a política de contratações e o dossier Gil Lameiras.
- Rogério Matias, que cumpriu quatro anos de mandato, comenta o fim do ciclo e o futuro do clube; Fernando Meira recusou dois convites de clubes europeus.
Após quatro anos à frente do V. Guimarães, os sócios vão eleger este sábado quem irá liderar o clube no próximo ciclo de três anos. O acto eleitoral decorre num contexto de novidade, com quatro listas candidatas, algo inédito em 104 anos de história do emblema.
O processo eleitoral envolve Belmiro Pinto dos Santos, Júlio Vieira de Castro, Viriato Sampaio e Rui Rodrigues, que integram as quatro listas a votos. A escolha ocorre no decorrer de uma Assembleia Geral marcada para o dia indicado, com o clube a preparar a transição entre estilos de gestão.
A eleição acontece no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, com entrada condicionada aos regulamentos internos do clube. O objetivo das candidaturas é conduzir o V. Guimarães a um novo ciclo desportivo, financeiro e institucional.
Corrida a quatro: nomes em disputa
Entre as propostas, destacam-se projectos de reforço da equipa técnica e da política de contratações, com foco na sustentabilidade financeira e na formação de talento local. As listas defendem caminhos competitivos para o campeonato e competições nacionais.
Diogo Boa Alma, apontado pela Lista C, apresenta-se como diretor-desportivo. O candidato antevê planos estratégicos para cenários de ajustes em tempo recorde, sem detalhar pormenores operacionais.
Rogério Matias, que encerrou um ciclo de quatro anos, também se apresenta como opção no processo de liderança. A eventual continuidade de funções tem sido discutida por parte de algumas correntes associativas.
Rui Rodrigues, para além de responsabilidade desportiva, sublinha conversas com potenciais elementos de gestão desportiva, incluindo referências a convites recusados por clubes europeus, como indicação de ambição coletiva da candidatura.
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