- A Lista D, encabeçada por Rui Rodrigues, realizou uma sessão de esclarecimentos no Salão Paroquial de Azurém, na noite de terça-feira.
- Fernando Meira, antigo internacional português, esteve presente e disse que, se vencer as eleições de sábado, será diretor desportivo com objetivo de moralizar e unir o grupo de futebol, a equipa técnica e a formação.
- A proposta de plantel é manter entre dezasseis e dezoito jogadores mais caros, abrindo espaço para oito a dez atletas da formação com a mística do Vitória.
- Defende que não haja jogadores da formação vindos de fora a ocupar lugares de jovens da região e realça a importância de detetar talentos em cada escalão e apostar naqueles que merecem investimento.
- Quer uma maior proximidade entre as equipas do futebol profissional, com um modelo de jogo unificado desde Sub‑19, equipa B até à equipa principal, reuniões mais frequentes e maior mística, exigência e rigor, além de prometer rigor, transparência e mais comunicação aos sócios, apelando à união independentemente do vencedor.
Fernando Meira marcou presença na sessão de esclarecimentos da Lista D, em Azurém, destinada a apresentar propostas para o V. Guimarães. O encontro, conduzido por Rui Rodrigues, atual vice-presidente, ocorreu na noite de terça-feira no Salão Paroquial de Azurém. Meira foi apresentado como a possível escolha para diretor desportivo, caso haja vitória nas eleições de sábado.
Durante a intervenção, o antigo internacional português apresentou a sua visão para o clube vimaranense. Garantiu que pretende moralizar e unir o grupo de futebol, a equipa técnica e a formação, reforçando a coesão entre departamentos. Manifestou ainda o objetivo de manter um núcleo de jogadores caros, potenciando, simultaneamente, jovens da academia.
Plano para o plantel
Meira explicou que, no curto prazo, o Vitória herdará contratos elevados, com a ideia de manter apenas 16 a 18 jogadores de maior importância financeira. Pretende abrir espaço para entre 8 e 10 atletas da formação que demonstrem mística e ambição, numa aposta que privilegie o talento regional.
Modelo de jogo e formação
O antigo jogador defendeu a necessidade de detetar, em cada escalão, quem deve subir de patamar e ser aposta. Anunciou a intenção de evitar que reforços externos retirassem oportunidades aos jovens da região, funcionando como despesa sem retorno para o clube. Propôs ainda um modelo de jogo coeso que ligue Sub-19, equipa B e equipa principal.
União interna e gestão
Foi sublinhado que as diferentes linhas do futebol profissional devem caminhar juntas, com reuniões mais frequentes e maior proximidade entre equipas. O objetivo é criar uma visão comum, com maior mística, exigência e rigor, assegurando que a tomada de decisões inclua o feedback de treinadores de todos os escalões.
Independentemente do resultado eleitoral, a mensagem foi de união entre os vitorianos, com foco em rigor, transparência e melhoria da comunicação com os sócios. O discurso não deixou de reconhecer que o caminho para vencer é longo e pode trazer dificuldades, mas que as decisões visam o bem do clube.
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