- o capitão Wilfred Ndidi, da Nigéria, antecipa um grande desafio no jogo de amanhã contra Portugal, em Leiria, às 20h45.
- Ndidi recorda a derrota anterior frente a Portugal e afirma que a equipa adversária foi superior, reconhecendo a qualidade do rival.
- o objetivo do encontro é testar o grupo; a Nigéria pretende melhorar após não se ter qualificado para o Mundial e manter o foco no futuro.
- o teste contra a Polónia e a preparação sob o treinador Eric Chelle são vistos como importantes para manter a confiança e a filosofia de jogo.
- Ndidi elogia Tiago Djaló no Besiktas, menciona que os jogadores são excelentes e afirma que não pode sugerir a inclusão de atletas para a Seleção portuguesa.
Wilfred Ndidi, capitão da Nigéria, antevê um duelo frente a Portugal, marcado para quarta-feira às 20h45 em Leiria, como um excelente teste para a equipa. O jogador reforçou que o encontro caracteriza-se por exigir controlo e intensidade.
Na antevisão, Ndidi admitiu que o último jogo entre as duas seleções foi difícil e que a Nigéria quer aprender com esse resultado para evoluir. O objetivo é manter o foco e tentar melhorar face ao passado recente.
Além disso, o capitão destacou o ambiente proporcionado por Portugal e a qualidade do adversário. Apesar da não qualificação para o Mundial, a equipa manteve a motivação e pretende demonstrar evolução no futuro.
Desempenho recente e preparação
Ndidi elogiou o trabalho do treinador Eric Chelle, realçando a união do grupo e a filosofia de jogo que tem sido implementada. A equipa trabalha para manter a concentração e elevar o nível dia a dia, sem pressões desnecessárias.
O jogador frisou que, mesmo após tropeços, a Nigéria continua confiante. A metodologia do plantel baseia-se na crença coletiva, na adaptação a adversários de alta qualidade e no objetivo de evoluir para futuras competições.
Jogadores portugueses na equipa e ligações
Ao comentar sobre jogadores lusos, Ndidi mencionou Tiago Djaló como figura de referência. O capitão destacou a qualidade do Besiktas, sem ter poder de decisão sobre escolhas da seleção portuguesa, mas classificou os atletas como profissionais e competentes.
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