- Renato Veiga falou na conferência da Seleção Nacional, em Cidade do Futebol, destacando o ano de regresso com o Villarreal e a conquista da Liga das Nações há exatamente um ano.
- O defesa-central tem 22 anos, 12 internacionalizações e 1 golo, e afirmou que o sucesso surgiu de um grupo fácil de encarar e com jogadores humildes.
- Sobre jogar com a camisola 13 de Eusébio no Mundial de 1966, disse que é um privilégio e não um peso.
- Comentou a expulsão de Rafael Leão, dizendo que o balneário se apoia e que episódios assim acontecem entre companheiros.
- Afirmou que Portugal é candidato, não favorito, e que a experiência em diferentes campeonatos enriquece, ajudando a preparar o Mundial.
Renato Veiga representou a Seleção Nacional numa conferência de imprensa realizada no Cidade do Futebol, na segunda-feira. O defesa-central abordou a importância deste ano na carreira, com destaque para a regularidade no Villarreal e para a conquista da Liga das Nações há exatamente um ano.
O jogador descreveu o privilégio de usar o número 13, associado a Eusébio, e mencionou o peso emocional dessa coincidência. Enfatizou que o grupo é acessível e humildade ajudam a extrair o melhor desempenho em campo, independentemente de quem começa o jogo.
Veiga respondeu sobre a possibilidade de jogar ao lado de Rúben Dias e destacou o balneário como fator-chave para o rendimento. Afirmou que há competição interna, mas que a verdadeira pressão vem dos adversários, no caminho rumo ao Mundial.
Questionado sobre o calendário intenso, o defesa-central disse estar preparado para a rotatividade e assegurou que as fases de preparação servem para consolidar conceitos táticos. Considerou que a experiência no Villarreal fortaleceu a maturidade competitiva.
O jogador recordou a conquista da Liga das Nações e explicou que a rotação na equipa contribuiu para a continuidade do seu rendimento. Sobre a camisola 13, considerou-o um privilégio, não um peso, por representar o país e um número histórico.
Relativamente à expulsão de Rafael Leão, Veiga apontou que incidentes no balneário refletem a dinâmica do grupo, com colegas a protegerem-se entre si. Afirmou que situações assim são naturais no futebol de alta competição.
No balanço da posição, Veiga disse que Portugal é candidato, não favorito, e que a equipa pode evoluir ao longo do torneio. Enfatizou que o crescimento pessoal veio também pela experiência internacional adquirida no Villarreal.
Quanto ao futuro, o defesa-central reforçou que prefere a posição de defesa central, mas está disponível para jogar onde for pedido pelo treinador. Considerou que atuar em várias posições acrescenta valência ao seu jogo.
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