- Iker Casillas recordou em tribunal o enfarte agudo do miocárdio que sofreu em maio de 2019, durante um treino do FC Porto.
- O ex-jogador solicita à Fidelidade e ao FC Porto o pagamento de 3,7 milhões de euros por incapacidade para o trabalho.
- O incidente ocorreu de manhã: chegou ao Olival às 9h30, fez o pequeno-almoço e foi treinar; pelas 11h00 sentiu fortes dores no peito e teve de deitar-se.
- Casillas descreveu ter medo e dificuldade em respirar, sendo levado para a CUF do Porto após receber assistência médica.
- Sobre o regresso aos desportos, afirmou que passou a evitar correr, mantendo atividades como ginásio e padel; antes do enfarte desejava continuar a jogar futebol com contrato em vigor com o FC Porto.
Foi debatido no Palácio da Justiça o enfarte agudo do miocárdio de Iker Casillas, ocorrido em maio de 2019, durante um treino do FC Porto. O antigo guarda-redes reclama 3,7 milhões de euros por incapacidade para o trabalho, contra Fidelidade e o clube.
Casillas descreveu o episódio como ocorreu pela manhã, após chegar ao Olival, tomar pequeno-almoço e seguir para o relvado. No treino, disse ter sentido uma forte pressão no peito e não ter conseguido continuar, sendo levado para a CUF do Porto.
O jogador referiu que, após o enfarte, houve alterações profundas na rotina: passou a treinar de forma moderada e a evitar corridas. Tinha 37 anos à data e ainda tinha contrato com o FC Porto. O foco da ação envolve a alegada incapacidade resultante do episódio.
Detalhes do episódio e desdobramentos
A defesa da seguradora questionou até declarações de Casillas na Web Summit sobre a rapidez do acidente, o que o atleta contestou. Também foi discutida a participação em jogos de Real Madrid Legends e em competições de padel, que o jogador descreveu como atividades de exibição, com menor exigência que o futebol profissional.
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