- Iker Casillas recordou o enfarte do miocárdio de 2019, ocorrido em casa, em Madrid, durante uma audiência no tribunal.
- O ex- guarda-redes pediu 3,7 milhões de euros por incapacidade para trabalhar, alegando danos decorrentes de negligência médica.
- Disse que não conseguiu continuar a treinar e precisou de deitar-se, descrevendo o episódio como marcante e de grande susto.
- O enfarte levou ao abandono da carreira profissional, com impacto emocional e financeiro, segundo o jogador.
- O processo decorre no tribunal de Madrid e o veredicto é esperado nos próximos meses; Casillas pretende alertar para a prevenção e a saúde.
Iker Casillas, ex-futebolista espanhol, recordou o enfarte do miocárdio vivido em 2019, na residência em Madrid, durante uma audiência no tribunal de Madrid. O antigo guarda-redes pediu agora uma indemnização de 3,7 milhões de euros por incapacidade para trabalhar. O testemunho ocorreu perante o juiz, em contexto processual ainda em curso.
Casillas explicou que o episódio foi tão grave que pensou não resistir, mas recebeu ajuda médica rápida que lhe salvou a vida. Após o enfarte, o atleta afirma ter deixado de conseguir treinar e ter de deitar mais cedo, descrevendo a experiência como marcante na sua vida.
O processo envolve alegações de negligência médica e visa compensar os danos ditos causados pela incapacidade resultante do incidente. O que se sabe é que o jogador não recuperou plenamente a condição prévia para o exercício profissional no futebol.
Processo em curso e próximos passos
A audiência decorreu em Madrid, onde Casillas detalhou as consequências pessoais e profissionais do enfarte. O caso permanece em andamento, com decisão prevista para os próximos meses.
Apesar do susto, o antigo guarda-redes mantém uma relação ativa com o mundo do futebol, embora com limitações físicas. Casillas continua envolvido em atividades futebolísticas, sem retomar a carreira profissional anterior.
Fontes: Correio da Manhã.
Entre na conversa da comunidade