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Clubes aprovam 80% da distribuição de receitas da centralização no futebol

Clubes aprovam, com 80% dos votos, a repartição das receitas da centralização dos direitos audiovisuais do futebol

Clubes aprovam por 80% a chave de distribuição das receitas da centralização no futebol
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  • As sociedades desportivas dos campeonatos profissionais aprovaram, com cerca de 80% dos votos, a proposta da Liga Centralização.
  • A proposta define a distribuição das futuras receitas da comercialização dos direitos audiovisuais do futebol português.
  • A votação ocorreu hoje e resultou na adopção do modelo de repartição proposto.
  • O objetivo é uniformizar a redistribuição de receitas entre clubes no âmbito da centralização.

As sociedades desportivas dos campeonatos profissionais de Portugal aprovaram hoje, com cerca de 80% dos votos, a proposta da Liga Centralização para a distribuição das futuras receitas da venda dos direitos audiovisuais do futebol português. A decisão foi anunciada pela Liga Centralização, a quem compete apresentar a proposta.

A nova chave de distribuição aponta para um modelo de centralização das receitas, com resultados a distribuir entre os clubes de forma igualitária ou conforme critérios ainda a definir pela liga. O objetivo é reduzir desequilíbrios financeiros entre clubes de diferentes patamares competitivos.

Podem votar todas as entidades associadas, com o montante final a depender de negociações entre a Liga, os clubes e eventuais reguladores. A aprovação indica que há apoio suficiente para avançar com o modelo, sujeito a regulamentação adicional e aos procedimentos internos de implementação.

A decisão surge num contexto de procura de maior previsibilidade financeira para o futebol profissional, especialmente face a variações de receitas geradas pelos direitos de transmissão. A implementação do sistema deverá acontecer em etapas, com ajustes conforme balanços anuais e feedback das equipas.

O que ocorre a seguir envolve a oficialização dos termos finais, a definição dos critérios de repartição e a preparação de um calendário para a transição. As entidades envolvidas aguardam ainda pareceres regulatórios e a validação de detalhes operacionais pelos órgãos competentes.

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