- O Benfica e o diretor desportivo Mário Branco apresentaram uma queixa ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol contra o árbitro Gustavo Correia, relacionada com o relatório do duelo Famalicão-Benfica (32.ª jornada).
- A queixa sustenta que não houve impedimento de aproximação do diretor desportivo ao árbitro pelos assistentes ou pela força policial; as imagens no túnel, solicitadas durante a instrução, mostram o contrário.
- Segundo a Record, o relatório do encontro foi escrito pelo árbitro da Associação de Futebol do Porto e por um dos delegados da Liga, o que motivou a contestação da instituição encarnada.
- Mário Branco foi punido com mais cinco dias de suspensão e multado em 3.876 euros; a sanção total passou de vinte para vinte e cinco dias.
- O Benfica reivindica também descontentamento com o penálti não assinalado aos 2-0, o que contribuiu para a reação do clube e para as críticas ao desempenho da arbitragem no jogo, que terminou empatado em 2-2.
O Benfica e Mário Branco apresentaram uma queixa junto do Conselho de Disciplina da FPF contra o árbitro Gustavo Correia. A exposição baseia-se no relatório do encontro Famalicão-Benfica, da 32.ª jornada da Liga Portugal Betclic, disputado a 2 de maio.
Segundo a informação recolhida pela Record, o Benfica e o dirigente negam que o diretor desportivo tenha sido impedido de se aproximar do árbitro pelos assistentes ou pela força policial no túnel do estádio. Alegam que as imagens disponíveis comprovam o contrário.
Mário Branco foi punido com mais 5 dias de suspensão pelo Conselho de Disciplina, acrescidos de uma multa de 3.876 euros. O organismo aumentou a sanção já anunciada, fixando o total em 25 dias de suspensão.
A controvérsia envolve ainda pedidos de esclarecimento sobre o conteúdo de outros elementos do relatório, incluindo alegações de que houve um penálti não assinalado quando o Famalicão vencia por 2-0. O Benfica pretende esclarecer estes pontos junto das autoridades competentes.
O árbitro Gustavo Correia esteve envolvido na polémica relacionada com uma suposta amostra de conduta durante o jogo, que motivou críticas de Rui Costa, presidente do Benfica, nomeadamente sobre uma decisão de cartões e sobre o tempo de compensação de 15 minutos.
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