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Sérgio Conceição afirma ter sido enxovalhado no FC Porto

Sérgio Conceição diz ter sido enxovalhado no FC Porto e que o acordo de renovação ficaria sem efeito se Villas-Boas fosse eleito, mantendo distância do líder atual

Sérgio Conceição deixou o FC Porto de forma conturbada
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  • Sérgio Conceição afirma ter sido enxovalhado no FC Porto e não perdoa Villas-Boas pela forma como acabou a época 2023/24.
  • O treinador garante não ter qualquer relação com o atual líder do clube e diz que gostava de ter saído do FC Porto de outra forma.
  • Em entrevista à CNN Portugal, revelou que assinalou a 25 de abril de 2024 um contrato de quatro anos, mas que não teria validade se Villas-Boas fosse eleito.
  • O acordo previa que, em caso de vitória de Villas-Boas nas eleições, o FC Porto poderia rescindir sem indemnização.
  • Conceição reconhece ter contribuído para um ciclo de 42 anos de presidência de Pinto da Costa e afirma que a saída não foi facilitada.

Sérgio Conceição afirma ter sido enxovalhado no FC Porto na reta final da época 2023/24, já com o novo presidente eleito, André Villas-Boas. O episódio ocorreu no contexto da saída do clube, após a vitória nas eleições que afastou Pinto da Costa. O treinador diz ter ficado surpreso com o tratamento e com o encerramento do ciclo de liderança de 42 anos.

Conceição aponta que não mantém qualquer relação com o atual líder dos dragões e desperdiçou a hipótese de permanecer no cargo apenas se o acordo anterior com Pinto da Costa fosse mantido. Segundo ele, a comunicação feita ao presidente na altura da eleição foi de que o contrato não tinha validade.

O técnico revelou ainda que, numa assinatura de 25 de abril de 2024, aceitou renovar por mais quatro anos, mas com uma cláusula que permitia ao FC Porto rescindir sem indemnização caso Villas-Boas vencesse as eleições. A entrevista reforça o modo como encerrou o ciclo no clube.

Contexto contratual e relação com a direção

A narrativa de Conceição também envolve a percepção de que houve uma ruptura significativa no clube, associada à mudança de liderança. O treinador afirma ter entendido a decisão de não prosseguir com o acordo e o que isso representou para a história da instituição.

Também reforça que a saída foi marcada por dificuldades, sem mencionar responsabilidades próprias, e que o FC Porto viveu uma transição importante após a gestão de Pinto da Costa, reconhecida por ele como uma figura central no clube ao longo de décadas.

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