- Sérgio Conceição afirmou, em entrevista à TVI/CNN, que a saída do FC Porto ainda o magoa e que não existe qualquer relação com o presidente António Villas‑Boas.
- Disse que a forma de sair deveria ter sido diferente e descreveu aquela semana como de enxovalho, com críticas dirigidas a ele.
- Garantiu que o contrato não tinha validade, ao falar com o presidente do clube.
- Reiterou que não há relacionamento entre ele e Villas‑Boas.
- Conta que deixou o FC Porto a 3 de junho de 2024, após sete anos e onze troféus, e que o clube oficializou a saída no dia seguinte.
Sérgio Conceição afirma que a saída do FC Porto continua a magoá-lo e rejeita qualquer relação com o presidente anterior do clube, Villas-Boas. Em entrevista à TVI/CNN, o treinador frisa que a forma de deixar o emblema azul e branco não refletiu o seu desejo. Ele explica ter pedido que o contrato não fosse considerado válido, reconhecendo a dificuldade da decisão.
O técnico recorda a “semana de enxovalho” que antecedeu a saída, marcada por críticas externas à decisão tomada. Refere que houve um abalo significativo no ciclo liderado pelo clube, que contava com um presidente de longa duração. Conceição acrescenta que o desfecho não foi apenas uma questão de desejo próprio, mas de contexto organizacional.
Em relação a Villas-Boas, Conceição foi categórico: não existe qualquer relação entre os dois nos dias atuais. O treinador reforça a separação entre o que aconteceu na altura e o que se passou desde então, mantendo o foco no momento presente.
Sérgio Conceição saiu do FC Porto a 3 de junho de 2024, encerrando um ciclo de sete anos e onze troféus. Um dia depois, o clube comunicou oficialmente a saída do técnico. Desde então, o assunto tem sido alvo de inúmeras observações públicas, sem que haja alterações à narrativa apresentada pelo treinador.
Nexo com Villas-Boas
Conceição esclarece que o relacionamento com o ex-presidente não se mantém e que não houve reconciliação nem reaproximação desde a saída. A entrevista enfatiza que a decisão tomada foi da direção do clube e não passa por um acordo pessoal com Villas-Boas.
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