- O Irão viu vistos concedidos a jogadores, treinador e parte da equipa técnica, mas 15 elementos do staff de apoio e dirigentes ainda não tinham documentação para entrar nos Estados Unidos.
- Entre os que não têm visto estão o secretário-geral da federação, Hedayat Mombeini, e o vice-presidente, Mehdi Mohgammad Nasbi.
- A Federação iraniana terá transferido a base de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, devido a problemas na emissão de vistos.
- O Irão integra o Grupo G e joga os dois primeiros jogos em Inglewood, Califórnia, frente à Nova Zelândia, em 15 de junho, e à Bélgica, seis dias depois.
- O terceiro jogo da fase de grupos é contra o Egito, em Seattle, a 26 de junho, com possibilidade de defrontar os Estados Unidos nos 16 avos de final, caso termine em segundo lugar no grupo.
O Irão confirmou que parte da delegação já tinha vistos para entrar nos EUA para o Mundial 2026, mas 15 membros da estrutura permanecem sem documentação. Entre eles estão o secretário-geral da federação, Hedayat Mombeini, e o vice-presidente, Mehdi Mohgammad Nasbi. A notícia foi adiantada pela televisão iraniana.
Os vistos para jogadores, equipa técnica e parte do staff já foram emitidos, segundo autoridades iranianas e fontes norte-americanas. Contudo, 15 elementos, apontados pela imprensa iraniana, ficaram sem autorização de entrada, alegadamente por terem pedido vistos com falsas pretensões, o que impede a participação completa da comitiva.
Vistos e base da equipa
A participação do Irão no Mundial ficou em risco desde o início do confronto entre EUA e Israel. Como consequência, o país transferiu a base de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, para facilitar as operações de preparação.
O Irão integra o Grupo G e vai disputar os dois primeiros jogos em Inglewood, Califórnia: frente à Nova Zelândia, a 15 de junho, e à Bélgica, a 21 de junho. O encontro com o Egito, em Seattle, está agendado para 26 de junho. Caso termine no segundo lugar, poderá enfrentar os EUA nos 16 avos de final.
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