- O fotógrafo da seleção do Iraque, Talal Salah, ficou retido no aeroporto de Chicago O’Hare por mais de 10 horas.
- Foi submetido a interrogatório e a verificações, incluindo inspeção do telemóvel, semelhante ao que aconteceu com o jogador Aymen Hussein.
- As autoridades norte-americanas negaram a sua entrada e deportaram-no para Bagdade.
- A informação foi confirmada por uma fonte do Comité Olímpico Iraquiano, citada pela Reuters.
- O incidente ocorreu enquanto a equipa iraquiana se preparava para o Mundial.
O fotógrafo oficial da seleção iraquiana, Talal Salah, foi retido por mais de 10 horas no aeroporto de Chicago O’Hare, nos Estados Unidos, durante o processo de entrada para cobertura do Mundial. Após interrogatório intenso, acabou por ter a entrada negada e foi deportado para Bagdade.
A mantém-se a linha de que Salah passou por verificações rigorosas, semelhantes às realizadas ao atacante Aymen Hussein, que ficou quase sete horas retido antes de conseguir entrar no país. No caso de Hussein, a entrada foi autorizada; já Salah foi impedido de prosseguir.
Segundo uma fonte do Comité Olímpico Iraquiano, citada pela Reuters, as autoridades norte-americanas prolongaram o interrogatório e efetuaram verificações aos dispositivos eletrónicos do fotógrafo, sem que fosse apresentada exceção à decisão de saída do país.
O episódio ocorre no contexto de a equipa iraquiana preparar a participação no Mundial, com os envolvidos a cumprir diferentes etapas de deslocação e cobertura. A deportação de Salah foi comunicada pela direção iraquiana, sem indicar novas datas para a sua participação na competição.
Não foram oferecidos dados adicionais sobre as razões emanadas pelas autoridades norte-americanas que justificassem a recusa de entrada. O caso segue em análise e não houve confirmações de eventuais recursos a apresentar pela delegação.
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