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Patrick de Carvalho quer atrair investidores; fim de ciclo sem subida de divisão

Presidente do Belenenses defende abrir portas a investidores para a Era quatro, transformando a SDUQ numa SAD com parceiro minoritário estratégico

Patrick Morais de Carvalho, presidente do Belenenses
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  • O presidente Patrick Morais de Carvalho pediu eleições antecipadas no Belenenses e defende abrir portas a novos investidores.
  • O clube ficou fora da possível subida à 2.ª Liga na próxima época e pretende mudanças na estrutura para competir.
  • A direção afirma que a não subida marca o fim de um ciclo no futebol profissional e na estrutura acionista criada em 2023-2024.
  • O objetivo é transformar a SDUQ numa SAD com um acionista minoritário estratégico, estável e credível, que não retire poder ao clube.
  • A aposta é manter o Belenenses como entidade dominante, reforçar infraestruturas, formação, recrutamento e áreas complementares ao futebol.

Patrick Morais de Carvalho, presidente do Belenenses, pediu eleições antecipadas e indicou a necessidade de atrair novos investidores para o clube, após falha na promoção e com a equipa afastada da 2.ª Liga na próxima época. O objetivo, segundo o dirigente, é adaptar a estrutura societária às exigências competitivas atuais.

O responsável explicou que a realidade desportiva mudou e que o clube precisa de recursos adicionais para competir na 2.ª Liga e manter-se na 1.ª Liga no futuro. A ideia é avançar para uma fase adicional da história do Belenenses, designadamente a chamada Era 4, com um acionista estratégico.

Estrutura acionista e condições para investidores

Morais de Carvalho defende que a transformação da SDUQ numa SAD sob controlo do clube é essencial, mantendo uma participação minoritária de parceiros credíveis. O objetivo é obter músculo financeiro e competências em áreas onde o clube tem vindo a carecer de profissionalização.

O presidente admite dificuldades na procura de um acionista minoritário estável, mas aponta que o historial do Belenenses já provou que é possível superar obstáculos. A visão é manter o clube como entidade dominante, reforçar infraestruturas, formação de jogadores e capacidades de recrutamento, sem ceder o controlo estratégico.

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