- O Belenenses falhou a subida à 2.ª Liga e o presidente Patrick Morais de Carvalho assumiu integralmente a responsabilidade pelo resultado.
- Pediu eleições antecipadas, afirmando que os sócios devem ter oportunidade de se pronunciar sobre o rumo do clube.
- O próximo ato eleitoral está marcado para outubro, mas o presidente diz que não é uma demissão e não quer impor uma saída imediata.
- Apelou aos sócios para apresentarem listas, debatêrem projetos e contribuírem para manter a estabilidade e preparar o clube para o próximo ciclo.
- Reiterou que as eleições antecipadas não impedem a continuidade do trabalho até ao fim do mandato e que ainda não sabe se fará candidatura nas novas eleições.
Patrick Morais de Carvalho, presidente do Belenenses, pediu eleições antecipadas após a equipa falhar a subida à 2.ª Liga. A comunicação foi feita em declarações à Belém TV, com o dirigente a assumir a responsabilidade pelo desfecho da época.
Não dividiu a responsabilidade com ninguém e agradeceu aos sócios e adeptos que percorreram o país para apoiar o clube. Adiantou que o objetivo era tornar-se campeões da Liga 3 e subir à 2.ª Liga, o que não aconteceu.
Afirmou que houve um playoff frente a uma equipa que esteve na 1.ª Liga há um ano, e que a derrota final se ficou a dever a detalhes cruciais nos três jogos decisivos, não aos momentos de campo. Em clube associativo, há a necessidade de ouvir os sócios.
Assembleia Geral e eleições
O líder explicou que já contactou o presidente da Assembleia Geral para avaliar a convocação de eleições na data mais próxima, respeitando os estatutos. A medida surge para assegurar uma decisão coletiva sobre o rumo do clube.
Morais de Carvalho afirmou que os sócios devem ter oportunidade de se pronunciar sobre o caminho para o Belenenses. Existem associados e antigos dirigentes que já sinalizaram candidaturas e continuação de estruturas estáveis.
Apelo à participação dos sócios foi reforçado: pediu que apresentem listas, debatam propostas e contribuam com projetos para modernizar a gestão. Garantiu que o calendário não impede a preparação para a próxima época.
Por agora, o presidente não confirmou se será candidato nas novas eleições. Refere que o estado de espírito atual é de desilusão, mas que o clube precisa manter a estabilidade e continuar o trabalho até ao fim do mandato.
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