- O Mundial de 1938 ocorreu em uma Europa marcada por guerras e ideologias extremas, com o desporto a servir de palco para afirmação de potências.
- A Alemanha desmantelou o Wunderteam austríaco para fortalecer a sua própria seleção.
- Matthias Sindelaar recusou-se a comprometer a equipa austríaca e morreu um ano depois em circunstâncias não totalmente esclarecidas.
- A Itália, campeã em título, manteve o selecionador e a estrela Meazza, sob o apoio do regime de Mussolini.
- Checoslováquia e Hungria eram favoritas e o Brasil chegou a França com Leônidas, uma das maiores estrelas da altura.
A Copa do Mundo de 1938 ocorreu num contexto político tenso, com guerras e regimes autoritários a influenciar o desporto. A Alemanha desfez o Wunderteam austríaco, numa mostra de força, sem, no entanto, se confirmar como favorito.
Matthias Sindelar recusou-se a alinhar pela Alemanha e morreu um ano depois, em circunstâncias ainda discutidas. A imprensa da época descreve a opção como decisiva no ambiente de pressão em torno do torneio.
A Itália chegou como campeã em título, mantendo o selecionador e a estrela Meazza, apoiados pela proteção política de Mussolini, que vigiava o projeto desportivo da equipa.
Checosvâquia e Hungria eram apontadas como candidatas habituais a chegar longe, enquanto o Brasil entrava em França com Leônidas, um dos grandes nomes do futebol mundial, à altura da competição.
O Mundial de 1938 reuniu ainda várias seleções de talento, num torneio marcado pela rivalidade entre potências europeias e pela presença de grandes figuras do futebol da época.
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