- Didier Deschamps admite que a final de Euro de 2016 continua a magoá-lo, e afirmou que, se existisse o VAR, o golo de Portugal não teria sido validado por alegada falta no início da jogada.
- O treinador francês compara as duas últimas finais da França, Euro de 2016 e Mundial de 2022, dizendo que ambas foram decididas por detalhes, com a de 2022 a ter impacto global maior.
- Deschamps disse que a situação de 2016 não muda a história, mas que, se tivesse de escolher, a desilusão mais intensa foi a de 2022, pela oportunidade global perdida.
- A entrevista também aborda o futuro da seleção: Deschamps confirmará a sua saída após o Mundial de 2026, a disputar-se nos Estados Unidos, México e Canadá.
- O técnico recorda ainda as conquistas à frente da França, incluindo o Campeonato do Mundo de 2018 e a Liga das Nações de 2021, dizendo que vai sentir saudades do cargo.
Didier Deschamps, selecionador francês, reconheceu em entrevista ao Ouest-France que a final do Euro 2016 continua a magoá-lo. Segundo o técnico, com o VAR a história poderia ter sido diferente, já que o golo de Éder seria, alegadamente, anulado por uma falta no início da jogada.
O treinador afirmou ainda que, em comparação com o Mundial de 2022, a desilusão de 2016 foi menos grave no momento, mas a de 2022 teve impacto global mais evidente. Segundo Deschamps, uma reunião da FIFA revelou que o golo de Portugal no jogo de 2016 não seria validado com o VAR.
Deschamps recordou que o Mundial de 2018 trouxe o título mundial para a França e lembrou a vitória na Liga das Nações de 2021. O técnico, que está no cargo desde 2012, reconheceu a profunda experiência adquirida e as memórias associadas aos êxitos da equipa.
Planos após 2026
Após o Mundial de 2026, disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, Deschamps ficará fora do comando da seleção francesa. O técnico revelou que será a sua última participação à frente da equipa, segundo a entrevista. A saída aponta para uma conclusão de ciclo no cargo.
Entre os feitos sob o seu comando, Deschamps destacou a conquista do Campeonato do Mundo em 2018 e a Liga das Nações em 2021, mantendo a França como uma seleção de referência no cenário internacional. O treinador não confirmou detalhes sobre substituição, mantendo o foco na atual trajetória da equipa.
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