- Marco Silva, com a estrutura liderada por Rui Costa, define o plano para a época 2026/27, evitando uma revolução no plantel.
- O Benfica aponta três posições como prioritárias para reforços na próxima temporada.
- A ideia é apostar no núcleo duro da última temporada, em vez de remodelar o conjunto.
- A direção acredita que o grupo atual tem qualidade para triunfar com os reforços indicados.
- A meta é manter a estabilidade e evoluir com base no que já existe.
O plantel do Benfica não pretende passar por uma revolução na próxima época. Marco Silva, o treinador, e a Direção liderada por Rui Costa apontam a estabilidade como prioridade para 2026/27, mantendo o núcleo da última temporada. A aposta é clara: os elementos que já conhecem o clube devem manter-se no projeto.
A gestão considera que o atual conjunto tem qualidade suficiente para triunfar com o mesmo grupo. Assim, o foco recai sobre reforçar apenas posições prioritárias, em vez de reformular o plantel por completo. A conclusão baseia-se na avaliação interna de desempenho e potencial.
Prioridade de reforços
Para a próxima temporada, existem três posições identificadas como prioritárias, sem indicar números oficiais. A equipa técnica pretende manter o equilíbrio existente, reforçando apenas onde houver carências significativas.
A abordagem pretende assegurar continuidade tática e adaptação rápida, evitando rupturas no discurso futebolístico do clube. O objetivo é manter a competitividade no campeonato e nas provas europeias, com um alinhamento claro entre treino, contratação e planeamento desportivo.
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