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João Costa afirma não se recordar de festa tão grande como esta

Guarda-redes do FC Porto descreve a celebração de campeão como única e de grande significado, destacando o apoio familiar e a influência de Jorge Costa

João Costa na festa de campeão do FC Porto
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  • O guarda-redes João Costa, terceiro do FC Porto, disse que a festa do título começou no Dragão, seguiu pelo Rio Douro e terminou nos Aliados, sendo a mais significativa de sempre.
  • Afirmou que foram horas de celebração únicas e difíceis de repetir, destacando a sua intensidade.
  • Disse ficar feliz pela família e pela filha, dedicando-se ao máximo à profissão, e agradeceu a Jorge Costa pelo apoio e pelo regresso ao clube.
  • Relembrou Jorge Costa como ídolo e símbolo dos valores do FC Porto, dizendo que quis representar o ADN e a mística do clube.
  • Destacou Bednarek, Rodrigo Mora e Alberto Costa como exemplos de liderança e amizade no plantel, com quem fortaleceu vínculos ao longo da época.

João Costa, terceiro guarda-redes do FC Porto, recordou a festa do título em entrevista à Sport TV. O regresso aos momentos de celebração começou no Dragão, prosseguiu pelo rio Douro e terminou nos Aliados, com destaque para o significado único da conquista.

O jogador, formado no Olival e portista de coração, afirmou ter visto várias imagens da festa e admitiu que se tratou de momentos especiais. Garantiu que esta celebração teve um peso diferente no clube e na história que vivem.

Feliz pela família e por Jorge Costa, destacou o apoio de casa e o impacto positivo do antigo treinador na sua decisão de regressar. A homenagem a Costa aparece como parte essencial da experiência de campeão.

O guardião referiu ainda que a liderança de Jorge Costa foi determinante, destacando valores do FC Porto e o ADN do clube. Enalteceu a influência que o técnico exerceu no plantel durante a época.

Quanto aos compromissos de bastidores, João Costa descreveu o que foi pedido por Costa e por Villas-Boas: transmitir os valores do clube e manter um nível de profissionalismo exemplar.

O portista contou que manteve conversas com colegas menos experientes, como Bednarek, Mora e Alberto Costa, sempre com o objetivo de partilhar conhecimento do clube. A proximidade entre amigos também foi enfatizada.

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