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Seis impedidas de entrar em recintos desportivos após final da Taça de Portugal

Seis adeptos, entre 20 e 50 anos, proibidos de entrar em recintos desportivos após a final da Taça de Portugal, por pirotecnia; medida vigora até ao fim do processo, com coima entre 1.000 e 10.000 euros e possível impedimento de até três anos

Final da Taça de Portugal
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  • Seis pessoas foram impedidas de entrar em recintos desportivos por uso de material pirotécnico na final da Taça de Portugal entre Sporting e Torreense.
  • Identificadas pela Polícia de Segurança Pública, têm idades entre 20 e 50 anos: cinco homens e uma mulher.
  • A final realizou-se no Estádio Nacional, em Oeiras, e terminou com a vitória do Torreense por 2-1, após prolongamento.
  • A medida cautelar de impedimento de acesso permanece até conclusão do processo de contraordenação, com possibilidade de coima entre 1.000 e 10.000 euros.
  • Em caso de condenação, os infratores podem ficar impedidos de aceder a recintos desportivos por até três anos.

Seis adeptos ficaram impedidos de entrar em recintos desportivos por uso de pirotecnia na final da Taça de Portugal. A medida foi anunciada pela Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD). A final decorreu no Estádio Nacional, em Oeiras.

A PSP identificou cinco homens e uma mulher, com idades entre os 20 e os 50 anos, na sequência da deflagração de artigos de pirotecnia, como tochas e potes de fumo. Os casos ocorreram durante o encontro entre Sporting e Torreense.

A APCVD emitiu a medida cautelar, que proíbe o acesso a recintos desportivos até ao final do processo de contraordenação. A PSP colaborou ativamente na identificação dos agentes infratores, após incidentes ocorridos no passado domingo.

Medida cautelar e consequências

Se condenados, os infratores podem enfrentar uma coima entre 1.000 e 10.000 euros. A medida pode levar ainda a um impedimento de acesso a recintos desportivos por um período até três anos, conforme a decisão final do tribunal.

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