- O presidente do Real Madrid afirmou não ter falado com José Mourinho sobre o cargo, apesar de o The Athletic ter sugerido um acordo telepático até 2029 entre o clube e o técnico do Benfica.
- Existe uma cláusula que permitia a separação mediante uma compensação de sete milhões de euros; o prazo para exercer terminou ontem, e agora surge a hipótese de 15 milhões de euros caso haja iniciativa de ruptura.
- O impasse mantém as negociações em suspenso, com a reeleição de Florentino Pérez a par de o cenário poder influenciar a continuidade de Mourinho no Benfica.
- Marco Silva surge como hipótese em Lisboa, após terminar contrato com o Fulham; o Benfica terá proposta de renovação do Fulham de cerca de sete milhões e meio de euros líquidos, face aos dois milhões e meio admitidos pelo clube português.
- Se o impasse persistir, o Benfica poderá manter Mourinho ou pagar os 15 milhões de euros para romper, mantendo a preparação da próxima época em suspenso.
O Benfica e José Mourinho repetem um jogo de bluff com impacto no próximo ciclo desportivo. O impasse mantém-se na frente de ataque, entre a possibilidade de renovação com o treinador português e a eventual saída para o Real Madrid, que continua sem confirmação direta.
Segundo informações disponíveis, há uma cláusula contratual entre as partes que permitia a separação unilateral mediante comunicação e compensação de sete milhões de euros. O prazo para exercer essa opção expirou recentemente, mas ainda não é conhecido se houve denúncia formal.
As conversas mantêm Mourinho no centro do interesse, com Rui Costa a confirmar a existência da cláusula e o Benfica a manter o debate em segredo. O Real Madrid, por sua vez, continua sem confirmar qualquer acordo oficial com o técnico de 60 anos.
O cenário complica-se pela disputa de mercado e pela possibilidade de Florentino Pérez manter o embate político interno no clube merengue, já que as eleições para a presidência estão marcadas para 7 de junho. Enrique Riquelme surge como figura ligada a uma possível oposição interna ao regresso de Mourinho.
Caso nenhuma parte liquide o compromisso, o Benfica poderá ver-se obrigado a sustentar Mourinho e, por consequência, a adiar decisões sobre a próxima época. A direção encarnada ainda não avançou com a definição do treinador principal para 2026-27, mantendo-se o tema em aberto.
Marco Silva emerge como alternativa em Lisboa e Londres, com o treinador de 48 anos ligado ao Fulham e estimado como candidato preferencial por alguns setores da gestão. A hipótese ganha cada vez mais espaço, apesar de as negociações com o Fulham envolverem propostas salariais e contratuais superiores ao que o Benfica considera possível.
No entanto, o Fulham terá apresentado uma renovação de contrato com valores alegadamente elevados, estimados em 7,5 milhões de euros líquidos, superior ao que o Benfica estaria disposto a pagar. Ainda assim, o cenário permanece em aberto, com discussões em curso entre as partes.
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