- Jannik Sinner caiu na segunda ronda de Roland Garros diante de Juan Manuel Cerundolo, que é 56.º colocado, após ter liderança de 6-3, 6-2 e 5-1.
- O italiano afirmou que não foi consequência do calor, disse ter sentido tonturas e pouca energia durante a partida.
- Apesar de o encontro ter começado com 29 °C e ter chegado a 32 °C, Sinner (ainda a recuperar-se) recusou responsabilizar o tempo.
- O tenista recorreu a ventoinha de mão e sacos de gelo para se refrescar ao longo do jogo.
- Sinner revelou também que já teve situações difíceis com o calor em outros eventos, como o Open da Austrália, destacando ainda que, desde 19 de fevereiro, havia vencido cinco Masters seguidos.
Sinner caiu na segunda ronda de Roland Garros, em Paris, ao perder para o argentino Juan Manuel Cerundolo, 56.º cabeça de série. O resultado foi 6-3, 6-2 e 5-1, num encontro que ficou decidido cedo, apesar do aperto final. O tema central foi a eliminação do atual detentor do título de Masters da última época.
O italiano apontou que não foi apenas o calor a influenciar. Segundo ele, o dia trouxe tonturas e queda de energia, comprometendo o rendimento em campo. Descartou, porém, qualquer relação entre o estado físico e as condições climáticas, afirmando que as condições estavam aceitáveis para jogar.
O encontro começou com temperaturas de 29 °C, subindo até 32 °C ao longo da partida. Sinner tentou manter o frescor com uma ventoinha de mão entre as trocas e colocou sacos de gelo ao pescoço, tentando recuperar-se durante o duelo.
Apesar de afastar o fator calor, Sinner tem historial de dificuldades em altas temperaturas. O jogador recordou o caso do Open da Austrália, em que o teto foi fechado, beneficiando-o, e também uma desistência em Xangai, diante do calor extremo.
Desde a derrota em Doha, a 19 de fevereiro, o italiano soma cinco títulos Masters consecutivos e perdeu apenas três sets, mantendo-se entre os melhores do circuito, apesar da baixa em Paris. Cerundolo avança para a terceira ronda.
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