- Pepijn Lijnders, adjunto de Klopp e de Guardiola, recorda o tempo no FC Porto aos 24 anos, durante a 4.ª Bola Branca da Rádio Renascença.
- Passou três a quatro meses a recibos verdes; ao assinar o primeiro contrato disse que passava a fazer parte da “família”, ganharia mais e não poderia assinar pelo Benfica.
- Descreve a diferença de princípios: verticalidade ofensiva no Liverpool frente à ideia de sufocar o adversário com Guardiola; faz lembrar a circulação de bola do Barcelona e o contributo de Cruyff.
- Justifica a adaptação de Matheus Nunes a lateral com o raciocínio de futebol total e elogia a versatilidade do jogador, destacando velocidade, subida e defesa por fora.
- Acrescenta que Portugal tem talento incrível e que podem existir três equipas no Mundial.
O adjunto de Pep Guardiola, Pepijn Lijnders, recordou tempos no FC Porto aos 24 anos, durante a 4.ª Conferência Bola Branca. A entrevista ocorreu na Rádio Renascença, com foco na passagem pelo clube e nas memórias sobre Vítor Frade, Antero Henriques e Luís Castro.
Lijnders relatou que chegou ao Porto numa época de entusiasmo pela cidade e pelo clube, descrevendo a pressão por vencer todas as partidas. Contou ainda que esteve alguns meses a recibos verdes antes de assinar, recebendo uma mensagem de pertença à família do clube.
A forma de competir de cada treinador foi destacada. No Porto, descreveu uma estabilidade de resultados, enquanto no Liverpool e no Manchester City houve mudanças estratégicas para pressionar a posição adversária. Referiu ainda as influências de Barcelona e Cruyff.
Estilo e adaptações
O holandês referiu a vertigem ofensiva de Klopp, com foco em pressão alta, e a filosofia de Guardiola de sufocar os adversários, com bola em circulação rápida. Também lembrou o papel de Cruyff no modelo de jogo de base ao longo da carreira.
Lijnders fez humor sobre o futuro de Guardiola, e destacou Bernardo Silva pela versatilidade e pela disponibilidade para adaptar-se a várias posições. A frase sobre Bernardo enfatizou a sua importância como jogador-chave.
O técnico tomou ainda tempo para justificar a adaptação de Matheus Nunes a lateral, apontando a ideia de futebol total, a velocidade do jogador e a capacidade de atacar por dentro e por fora, bem como a cobertura defensiva.
Portugal foi descrito como um país com talentos de alto nível, capazes de sustentar três equipas em provas globais. A ideia é mostrar a profundidade da geração atual e a capacidade de competir em várias frentes.
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