- Sérgio Galvão, presidente da Câmara de Torres Vedras, critica a decisão do Casa Pia de fechar a bancada central nascente do Municipal de Rio Maior na segunda mão do playoff de subida à primeira liga.
- O jogo está marcado para quinta-feira às 20h.
- O estádio tem cerca de sete mil lugares e a bancada central nascente ficará indisponível.
- Galvão considera inadmissível limitar a entrada de torcedores e apelou às entidades para corrigir a situação.
- Lembra que, no Jamor, cerca de vinte mil torreenses estiveram presentes e afirma que a festa do futebol é com público.
O presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras criticou a decisão do Casa Pia de fechar a bancada central nascente do Municipal de Rio Maior na segunda mão do playoff de subida à 1.ª Liga, marcada para quinta-feira às 20h. A decisão foi tomada para o jogo decisivo.
Sérgio Galvão afirmou que o estádio, com cerca de 7 mil lugares, deveria manter as bancadas abertas para receber o público que acompanhará a partida, destacando que o desporto vive do apoio dos adeptos. O autarca considera incompreensível impedir a entrada de torres vedrenses.
O edil lembrou que, no Jamor, milhares de torcedores estiveram presentes em eventos recentes, e que muitos podem não conseguir entrar na próxima sessão caso as portas permaneçam fechadas. Segundo ele, ainda há tempo para corrigir a situação junto das entidades responsáveis.
Reação e contexto
A Câmara de Torres Vedras enfatiza a importância de manter o estádio acessível para apoiar a equipa local. A decisão do Casa Pia permanece sob avaliação, com a expectativa de que haja uma reacomodação que permita a presença do público.
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